Moisés M. Rodrigues Rodrigues - Líder de equipe de ...

Associação de Comércio de Serviços China-Brasil-5-Usando o valor da proteção ao crédito no comércio de serviços (Su Jie, chefe da equipe de preparação do Escritório de Representação da China Export & Credit Insurance Corporation no Brasil)

Associação de Comércio de Serviços China-Brasil-5-Usando o valor da proteção ao crédito no comércio de serviços (Su Jie, chefe da equipe de preparação do Escritório de Representação da China Export & Credit Insurance Corporation no Brasil) submitted by GEPA2020 to u/GEPA2020 [link] [comments]

Equipe de Bolsonaro estuda transformar Mercosul em área de livre comércio

Equipe de Bolsonaro estuda transformar Mercosul em área de livre comércio submitted by Luckinhas to brasil [link] [comments]

CONSULTORIA E ASSESSORIA COMERCIAL/OPERACIONAL

A TSL é uma empresa de soluções logísticas que atende: desembaraço aduaneiro, regimes especiais, DoorToDoor e agenciamento de cargas nos modais aéreo, rodoviário e marítimo.
Além desses serviços, também atuamos na área de Consultoria e Assessoria Comercial/Operacional onde encontramos as melhores soluções para os nossos clientes, veja abaixo alguns serviços que contemplam a Consultoria e Assessoria Comercial/Operacional.
Serviços
Elaboração de pré-cálculo dos custos da operação:
Por meio desse estudo facilitamos a vida dos nossos clientes, fazemos a Elaboração de pré-cálculopara ter uma idéia de quanto precisará investir para realizar a operação, ao ter essas informações em mãos, ficará mais fácil definir se compensa ou não o investimento.
Consultoria de viabilidade dos processos de importação e exportação:
Outra parte que contempla o serviço de consultoria comercial é a viabilidade dos processos de importação/exportação, muitas vezes por não ter um conhecimento profundo da área o cliente não sabe se compensa ou não realizar esse tipo de serviço.
Fazemos a “ponte” entre nosso cliente e o seu objetivo. De forma consultiva, essa ação tem o objetivo de instruir aqueles que querem importar ou exportar e necessita saber mais a respeito dos documentos necessários para essas ações, e o auxilio para coordenar o embarque dos produtos.
Com a nossa ajuda, o cliente consegue verificar se há ou não viabilidade no processo e depois, ele pode decidir se dará ou não prosseguimento levando em consideração o que foi proposto pela nossa equipe.
Avaliação de impactos tributários em operações internacionais:
Dentre os serviços prestados pela consultoria de nossa empresa, está ainda a execução de uma avaliação dos impactos tributários em operações internacionais. O Brasil, como todos sabem é o país que tem mais impostos, e as operações internacionais não fogem a regra. Sendo assim, antes de realizar a importação, é fundamental avaliar quais serão os impactos tributários que incidirão nessa operação.
A TSL conta com uma equipe qualificada para executar todos os cálculos necessários para uma tomada de decisão mais assertiva possível, porque ninguém quer perder dinheiro, não é mesmo? Ainda mais pagando altos impostos, concorda?
Assistência as classificações fiscais: A classificação fiscal correta de mercadorias elimina qualquer possibilidade de multas e atraso na liberação aduaneira, bem como permite um cálculo mais próximo da realidade, no estudo de viabilidade do processo.
A classificação fiscal correta vai determinar as taxas e impostos que serão aplicados sobre as mercadorias, qualquererro ou informação ocultada, poderá resultar em uma multa pesada, comprometendo toda operação, além do impacto financeiro extremamente negativo.
Análise de documentação oriunda do exterior:
A TSL faz a análise de toda a documentação vinda do exterior, nessa etapa serão observados os documentos em todas as fases, que incluem: comercial, operacional, aduaneira e contábil.
O erro na emissão dos documentos de embarque ou a falta de informações nos mesmos, também podem gerar multas e atraso na liberação aduaneira.
Contar com uma equipe especializada e qualificada é fundamental para o sucesso do seu negócio, dados apontam que mais de 80% dos atrasos na liberação alfandegária, são devidos a documentos com erros ou falta de informação.
Habilitação no Radar Siscomex:
Prestamos serviço e assessoria para habilitação de sua empresa no RADAR, que é o registro da empresa junto a Receita Federal para atuar como exportadoimportador.
Fretes e Logística:
Oferecemos fretes e logística internacional multimodal com tarifas competitivas que abrangem os cinco continentes, contar com a TSL é ter a garantia de que seu produto importado/exportado chegará ao destino final, com agilidade, segurança e preço justo.
Seguro Internacional:
Também podemos te auxiliar nesse processo, garantimos toda a integridade do seu produto durante o processo de importação e exportação.
A TSL atua nos cinco continentes, com vasta experiência no Comércio Internacional, atuando nas áreas de Despacho Aduaneiro, Consultoria e Assessoria Comercial/Operacional, Transporte Internacional, DoorToDoor e regimes especiais.
Saiba mais: https://tsl-log.com.bconsultoria-e-assessoria-comercial-operacional/
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Ta difícil ser presidente nesse país!

- Bolsonaro não pode ter um grupo de seguidores extremistas, baderneiros, que atacam o STF, que batem em mulheres e enfermeiros, que invade hospitais, que atacam ministros do STF. Como ele vai governar se não apoiar um grupo de anarquistas e radicais de extrema-direita pra defender ele?
- Bolsonaro não pode ter um grupo extremamente articulado e organizado de disparo de fake news contra seus opositores. Não pode usar esse grupo para ganhar uma eleição? Onde já se viu isso! Cadê a democracia se a justiça prender quem tem um esquema organizado pra espalhar fake news nas eleições?
- Bolsonaro não pode ter um filho como Chefe de um esquema de rachadinhas com milicianos. Não pode ter um filho que emprega em seu gabinete a mãe e a mulher do ex-capitão da PM Adriano da Nóbrega, acusado de comandar milícias em comunidades na cidade do Rio de Janeiro.
- Os filhos de Bolsonaro não podem ter um aumento brusco de patrimônio durante o seu mandato como parlamentar.
- Bolsonaro não pode nem falar em dar um golpe contra o STF que todo mundo já se vira contra ele! Isso é um absurdo! Cadê a liberdade se um presidente não puder eliminar os outros poderes que estão no pé do seus filhos?
- Bolsonaro não pode ter advogados muito íntimos, ligados com o esquema de corrupção do filho, que todo mundo já acha que o bolsonaro também está no meio. Imagina isso!
- Bolsonaro não pode demitir o Ministro da Justiça e colocar em seu lugar um amigo próximo? Mas se ele não puder ter um ministro da justiça que passe informações sobre inquéritos em andamento e sob sigilo, envolvendo seus filhos, como ele vai poder defender seus filhos? Vocês tem filhos? Se coloquem no lugar de um pai.
- Bolsonaro não pode, se quer, demitir todos os ministros da Saúde pra ele mesmo decidir sobre o qual remédio e ações tomar, e vocês já se desesperam? Que culpa nós temos se vocês não acreditam que bolsonaro e sua equipe pode curar a população contra essa gripezinha? Vocês falam em coisa técnicas e em ciência.. então fiquem com a ciência e nós ficamos com a cloroquina. Ta bom!
- Bolsonaro não pode segurar a verba destinada ao combate do coronavírus e todos os governadores já se revoltam contra ele. Mas governadores, pensem na economia. Se destinarmos tanto dinheiro para combater essa gripe, o estado vai falir!
- Bolsonaro não pode querer abrir o comércio no meio de uma pandemia e já acham que ele quer assassinar os velhos do país que já estão prestes a morrer? Gente! tenha mais amor por bolsonaro. Ele é o nosso presidente?
- Bolsonaro não pode ter um ministro da Educação, com uns parafusos totalmente solto, e já querem colocar alguém técnico na educação?
[...]
Depois falam que nosso presidente não presta.


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Completem ai:
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ASSESSORIA JURÍDICA

Empresas de qualquer porte ou pessoas físicas em algum momento sempre vão precisar contar com uma assessoria jurídica, seja para obter algum tipo de orientação ou informação jurídica mais consistente e especializada, para um determinado panorama estratégico, situação ou prevenção de problemas.

Consultoria Knowhow

A União Nacional de Marcas (UNAMAR) é uma empresa detentora de knowhow desse tipo de consultoria na área de prestação de serviços no ramo do direito autoral que contempla a proteção de obras científicas literárias e artísticas.
Além disso, atua ainda com a propriedade industrial que consiste na proteção de criações intelectuais destinadas ao comércio ou a indústrias que são os registros de patente, desenhos industriais, marcas, logotipos e nomes comerciais.
A propriedade intelectual é uma garantia que deve ser assegurada. Por esse motivo, temos uma equipe habilitada para agir quando há violação desse direito. Os advogados atuantes estão aptos para realizarem a análise diante de uma infração de marca, de patentes, de direitos autorais e de desenhos industriais.
Contudo, a equipe da UNAMAR também está pronta para elaborar contratos de concessão, licenciamento e demais itens que são usados no processo se assegurar o direito do dono da invenção, entre outros relacionados.
Contar com uma assessoria jurídica é um investimento essencial para aqueles que desejam passar credibilidade aos seus clientes, parceiros, fornecedores e prestadores de serviço, pois a assessoria jurídica demonstra que a empresa goza de estrutura consolidada para atender todas as demandas sempre seguindo o que é determinado pela lei.

http://www.unamarbrasil.com.bassessoria-juridica/
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LOGÍSTICA DOOR TO DOOR

As empresas brasileiras que querem conquistar novos mercados e desejam potencializar seus lucros, precisam enxergar essa oportunidade no comércio exterior, contudo muitas não dão prosseguimento ao sonho, porque acham que essa transação é muito complexa, pois exige um nível de conhecimento elevado.
Entretanto, um meio eficaz de não desistir desse sonho se dá por meio da Logística Door to Door, mas o que é Logística Door to Door?
Logística Door to Door
A operação chamada de Door To Door, consiste na contração de um agente de cargas, ou seja de uma empresa que vai ter todo o trabalho de promover desde a coleta do produto comercializado no fornecedor até executar a entrega ao comprador, de forma simples é como o próprio nome já diz, esse é um comércio porta a porta entre os envolvidos nessa negociação.
Ao contratar esse tipo de serviço a empresa faz a terceirização de todo o frete e não cabe mais a ela a responsabilidade de planejamento logístico do produto, que envolve o trânsito do produto até o comprador.
Por que apostar na operação Door To Door?
Apostar na Logística Door To Door significa que a empresa terá não só redução dos custos de transporte como também no tempo em que as transações são feitas, outro ponto positivo consiste no aumento do poder de barganha, porque agora haverá um maior volume de produtos que serão transportados por uma operadora logística. Além disso, o sistema integrado passa a fazer o fluxo das informações e com isso diminui não só a burocracia que envolve esse processo como também os riscos da mercadoria ficar parada, porque algum critério legal não foi observado.
É possível afirmar ainda que a Logística Door To Door possibilita ao contratante uma assessoria completa desde o começo até o fim do processo.
As empresas que desejam comercializar seus produtos no exterior não só podem como devem apostar na Logística Door To Door, porque uma empresa terceirizada será a responsável por executar todo o processo que envolve desde a coleta até a entrega das mercadorias, as empresas que querem firmar suas vendas no exterior não podem perder tempo com tramites, mas sim contar com quem é especialista no assunto.
Recorrer a Logística Door To Door significa que a empresa terá o melhor custo benefício tanto na hora de importar quanto na hora de exportar e isso fará com que o uso operacional melhore e os custos caem de forma considerável.
Quando minha empresa deve recorrer a Logística Door To Door?
Os comércios que querem vender para o exterior, devem entender que essa operação é responsável por todas as etapas que são definidas como: coleta no fornecedor estrangeiro, análise da documentação por uma equipe capacitada, envio do produto até o aeroporto ou porto, atendimento a legislação internacional, seguro, armazenagem do produto em área que pertence a alfandega, desembaraço aduaneiro, trafego no produto no Brasil e a entrega ao comprador.
Como mencionado, essa operação é complexa e envolve diferentes etapas que não são de conhecimento de todas as pessoas que desejam estabelecer relações com o mercado internacional ou que não tem tempo para isso.
Por esse motivo, o melhor é apostar na contratação da Logística Door To Door, porque ela é detentora de experiencia em todas as etapas que envolvem essa negociação, por esse motivo, ela conseguirá executar de forma ágil e por um preço mais acessível toda essa demanda.
Saiba Mais: https://tsl-log.com.bdoor-to-doo
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CONHEÇA AS NOVAS FUNCIONALIDADES DA VITRINE VIRTUAL DA CI INFORMÁTICA

CONHEÇA AS NOVAS FUNCIONALIDADES DA VITRINE VIRTUAL DA CI INFORMÁTICA

Novas funcionalidades da ferramenta de vitrine virtual da Ci Informática
A Associação Brasileira de Comércio Eletrônico (Abcomm) declarou que, entre 23 de março e 31 de maio de 2020, ou seja, pouco mais de dois meses de pandemia da COVID-19, foram criados 107 mil novos estabelecimentos na Internet.
Isso mostra a força da venda online como um modelo de negócios alternativo e sustentável para enfrentar os desafios desses novos tempos.
Neste cenário de desafios, mas também de oportunidades, a equipe de desenvolvedores parceiros da Ci Informática trabalha incansavelmente para trazer novas funcionalidade e melhorias na nossa ferramenta de vitrine virtual e oferecer a melhor experiência de compra para o seu cliente, mantendo o foco em descomplicar a operação de uma venda online para você.
1. Variação de produto: é possível apresentar ao cliente as variações de tamanho, cor, dimensão, voltagem ou qualquer outra informação para um mesmo produto, permitindo ao cliente a escolha específica na hora da compra.
2. CEP e cálculo de frete: com uma base de dados de CEP cadastrados, o lojista poderá definir os valores de frete para as diversas regiões e também poderá limitar a entrega em áreas que não são atendidas. Esta funcionalidade também permite informar opções de frete gratuito a partir de um valor mínimo de compras, já que este benefício é um recurso muito utilizado para alavancar vendas online.
3. Política de entrega: espaço para registro das informações de entrega dos produtos e serviços comercializados, de forma a preservar a relação entre lojista e cliente.
4. Aceite do cliente: em conformidade com a Lei Geral de Proteção de Dados (LGPD), foram incluídos os campos de aceite do cliente em relação aos seus dados, importante para preservar sua loja de possíveis questionamentos ou necessidade de comprovação de uso de dados.
Se você busca uma ferramenta simples para começar sua venda online, entre em contato com a Ci Informática: [[email protected]](mailto:[email protected]) Whatsapp: 11 4240-2017
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Bruno Rezende : meus estudos para o CACD Parte IV - SUGESTÕES DE LEITURAS pt2

DIREITO
Não sou muito fã de livros de Introdução ao Estudo do Direito, mas, caso seja de interesse de alguém que nunca ouviu falar no assunto, antes de partir para os estudos específicos do Guia de Estudos, sugestões possíveis são Introdução ao Estudo do Direito (Paulo Dourado) e Lições Preliminares de Direito (Miguel Reale). De todo modo, acho desnecessário para o concurso. Você não precisa saber essas teorias iniciais, para passar ao que, de fato, cai nas provas.
- Manual do Candidato: Noções de Direito e Direito Internacional Público (Alberto do Amaral Junior) – não li. Não é indispensável e há leituras mais interessantes. De qualquer modo, não diria que é desprezível.
- Direito Internacional Público (Rezek): é, praticamente, a bíblia da prova de Direito. Além de ser o livro mais importante para a prova de Direito Internacional Público (DIP), é, entre os livros que citarei de DIP, o mais curto e com as letras maiores (depois de meses lendo letras miúdas, isso é uma bênção). Se você estiver lendo outro manual de DIP e encontrar alguma coisa que vá contra o que o Rezek disse, atenção: não desconsidere o Rezek. Os dois argumentos podem ser contrapostos, por exemplo, em uma questão de terceira fase (para a primeira fase, normalmente, evita-se esse tipo de questão que dá margem a confusões). Um professor de cursinho gostava de falar que “in dubio pro Rezek”. A única exceção é a consideração do indivíduo como sujeito de DIP (Rezek não o considera), que é praticamente consensual para a banca. Sobre isso, vide a referência a Cançado Trindade abaixo.
- Manual de Direito Internacional Público (Accioly): muitos adoram e falam muito bem, mas vejo alguns problemas. Em primeiro lugar, de ordem prática: o livro possui excessivas citações e referências históricas e de autores, o que é muito bom para quem deseja conhecer a fundo determinado assunto de DIP, buscar outras fontes etc., mas é (pelo menos eu acho assim) péssimo para alguém que está estudando com a cabeça voltada para a aprovação no concurso. Obviamente, o livro tem seus méritos, e há coisas nele que não há no Rezek, por exemplo, mas não o considero a melhor opção para os estudos para o concurso. Se tiver de escolher entre Rezek ou Accioly, eu sugeriria o Rezek. Se eu tivesse tempo para ler os dois, eu não leria o Accioly e o substituiria pelo Portela, indicado abaixo (sempre conferindo os conteúdos, obviamente, com o Guia de Estudos).
- Introdução ao Direito Internacional Público (Alberto do Amaral Júnior): não muito extenso, bom complemento ao Rezek. Em algumas partes, é até melhor que o Rezek. Pode valer a pena dar uma olhada, apesar de não ser indispensável.
- Direito Internacional Público e Privado (Paulo Henrique Gonçalves Portela): não conheço o livro, mas ele foi indicado por um professor de cursinho para o IRBr. O professor falou que o livro é excelente, mas ele estava esgotado na editora. Em 2011, lançaram nova edição, que já está disponível para a compra, mas não cheguei a ter acesso a ela. De todo modo, esse professor é ótimo e tem uma “filosofia pragm|tica” muito próxima { minha, ent~o confio nas recomendações dele.
- International Law (Malcolm Shaw): não li, mas já recebi boas indicações a respeito. Está disponível para download no “REL UnB”.
- Direito Internacional Público (Nguyen Quoc, Patrick Dailler e Alain Pellet)
- Documento “Atos Internacionais – Prática Diplomática Brasileira – Manual de Procedimentos” (Alessandro Candeas): curtíssimo documento sobre a celebração de atos e de acordos internacionais no Brasil (disponível para download no “REL UnB”).
- Artigo “Efetividade do Órgão de Solução de Controvérsias da Organização Mundial do Comércio: uma análise sobre os seus doze primeiros anos de existência e das propostas para seu aperfeiçoamento” (Marcelo Dias Varella): ótimo artigo. Responderia a uma quest~o da terceira fase de 2010 e a uma (ou quase uma) de 2011.
Quanto ao Direito Internacional Privado (DIPri), não estudei em nenhum livro. Como tive aula sobre isso no cursinho, fiquei apenas com minhas anotações de aula mesmo. Por não conhecer o livro do Portela, não sei dizer se é suficiente, mas a parte de DIPri que é preciso saber para a prova não é muita coisa: ler a Lei de Introdução às Normas do Direito Brasileiro (antiga Lei de Introdução ao Código Civil) – artigos 7º ao 11; 15; 17 – e a RES STJ 09/05 – artigos 5º e 6º - já é um começo. Para completar, procure algum artigo curto que trabalhe bem esses temas na internet, não deve ser difícil de encontrar.
- O Direito Internacional em um Mundo em Transformação (Cançado Trindade): recebi boas indicações, mas não passei nem perto, por falta de tempo e por pragmatismo, já que tem mais de mil páginas.
- Coletânea de Direito Internacional (Valerio Mazzuoli): essa obra reúne dezenas dos tratados internacionais mais importantes. Muito útil e prático (bem melhor que ficar procurando tudo na internet), com índice de assuntos, índice temático e índice cronológico (o que facilita bastante os estudos). Usei bastante como livro de consulta (em diversos momentos, será importante saber alguns artigos e capítulos especiais de certos tratados, como discutido abaixo) e recomendo fortemente.
Especialmente, para a terceira fase, para complementar suas respostas, decorei os principais artigos, incisos, recursos extraordinários e leis de importantes documentos referentes ao Direito Internacional: Carta da ONU (art. 1º; art. 2, §4º; cap. VI; cap. VII; art. 33, 39, 41, 42, 51), Estatuto da CIJ (art. 38), 4 Convenções de Genebra (art. 3º comum), Pacto Internacional de Direitos Civis e Políticos (art. 1º), Convenção de Viena sobre Direito dos Tratados (artigos 27 e 46), Protocolo de Ouro Preto (art. 34), Constituição da República Federativa do Brasil (art. 4º; art. 5º §2º, 3º e 4º; art. 12; art. 21, incisos I e II; art. 49, inciso I; art. 84, incisos VII e VIII), RE 80.004/77; Lei 6.815/1980; Lei 9.474/1997; RE 466.343/SP. Pode parecer muito, mas, durante os estudos, você verá que não é. Acho que todos esses são importantíssimos e fundamentais para qualquer prova de Direito Internacional. Ao longo de seus estudos, complemente a lista com outros que você julgar importantes (todos os que usei em meus estudos e decorei para a prova estão aí).

>> DIREITO INTERNO

Não costuma cair frequentemente na primeira fase (cai em alguns anos, em outros não cai nada), por isso alguns não dão muita atenção ao Direito Interno. De qualquer forma, é item do Guia de Estudos e não pode ser deixado de lado. Na terceira fase, pode cair indiretamente, misturado a elementos de Direito Internacional (especialmente, Direito Constitucional Internacional).
- Sinopses Jurídicas nº 17 e 18 (editora Saraiva)
- Direito Constitucional Descomplicado (Vicente Paulo e Marcelo Alexandrino): acredito ser ótima alternativa para o estudo de Direito Constitucional. Esqueça manuais de Direito Constitucional (como o gigantesco do Gilmar Mendes, por exemplo), eles são pouco práticos. Além disso, não precisa ler o livro todo, siga os itens pelo edital. Mesmo o livro do Alexandrino terá muitas coisas que não são tão importantes para o CACD. Conhecer as questões de Direito Interno que caíram nas provas anteriores é fundamental para saber ponderar o que é útil e o que não é.
- Direito Constitucional Esquematizado (Pedro Lenza): já me falaram que é melhor que o Direito Constitucional Descomplicado, mas só descobri isso depois, quando já havia comprado o Alexandrino. De qualquer forma, ambos são válidos (repito: confira os tópicos com o Guia de Estudos, senão vai estudar muita coisa à toa).
Quanto ao Direito Administrativo (DA), recomendaram-me o livro da Maria Sylvia Zanella Di Pietro, e estudei por ele, mas não sei se é o ideal. Já me recomendaram, também, os livros de DA de Carvalho Filho e de Celso Antônio Bandeira de Mello, mas não os conheço. Os tópicos de DA do edital são bem específicos (princípios constitucionais da administração pública, controle de legalidade dos atos da administração e responsabilidade civil do Estado), então acho que dá para estudar esses itens específicos ou por bons artigos jurídicos disponíveis na internet ou por qualquer manual de DA, selecionando esses tópicos essenciais. Procure algum manual de DA em bibliotecas e veja o que mais lhe agrada quanto a esses tópicos, que são curtos e fáceis (em uma ou duas páginas, você faz um resumo bom dessa matéria). Na internet, h| v|rios “resumões de Direito” que podem ajudar nos estudos, especialmente, em DA. Disponibilizei alguns a que tive acesso no “REL UnB”. Reitero a necessidade de conferir os itens com o Guia de Estudos. H| muita coisa de DA que é desnecess|ria (no “Resum~o de DA” que disponibilizei no “REL UnB”, basta ler os itens 3, 6, 10, 12 e 15).
- “Constituição Federal de 1988”: não vai querer decorar a CF toda, porque não adianta nada. Se você souber todos os artigos e incisos dela indicados acima, acho que já conseguirá responder às questões de Direito Internacional que envolverem o tema. Para Direito Administrativo e para Direito Constitucional, acho que não precisa saber nenhum artigo da CF de cor, basta estudar a teoria mesmo (vale dizer que, nos concursos de 2010 e de 2011, não foi cobrado praticamente nada de Direito interno).
ECONOMIA
- Manual do Candidato: Economia (Carlos Paiva e André Cunha): achei não prático e não objetivo em muitas partes e acho que, para alguém não iniciado em Economia, será grande perda de tempo. Por outro lado, é tão incompleto em outras partes que, para alguém já iniciado em Economia, também será perda de tempo. Em resumo: não recomendo a ninguém, com uma ressalva: não li a parte de História Econômica do Brasil no manual, então não posso dizer nada a respeito. Já vi professores recomendarem o capítulo 8, mas não li.

>> MICROECONOMIA, MACROECONOMIA E ECONOMIA INTERNACIONAL

Os três manuais básicos de Economia são:
- Introdução à Economia: Princípios de Micro e Macroeconomia (Mankiw): a recomendação dada por um professor, em uma sugestão que li na internet, é que, na 3ª edição, os capítulos recomendados são: 3 a 9, 14, 15, 18, 21, 23, 24, 29, 31, 33 a 35.
- Economia (Samuelson e Nordhaus)
- Manual de Economia – equipe de professores da USP (org. Pinho e Vasconcelos)
O Mankiw é o mais tradicional e o que conheço melhor. Já ouvi alguns dizerem que preferem o manual do Samuelson ao do Mankiw, mas não o conheço. Se você tiver acesso às duas obras (são figurinhas carimbadas em bibliotecas universitárias) e não estiver satisfeito com uma, tente a outra. De qualquer forma, o Mankiw deve atender bem a suas necessidades. Com relação ao manual dos professores da USP, alguns (principalmente os menos familiarizados com Economia) costumam reclamar quanto a algumas partes em que se aprofunda demais em certos temas que podem parecer incompreensíveis para alguns. Não usei nenhum dos três manuais em minha preparação, pois não estudei essa parte da Economia, que já sabia à exaustão, mas os três são válidos. Escolha o que mais lhe agradar e, caso tenha problemas com algum tema específico, procure em outro. Tenho as versões em “pdf” de todos e disponibilizei-as para download no “REL UnB” (as versões digitalizadas do Mankiw e do Samuelson são em inglês). Não custa repetir: não leia os manuais integralmente! Acompanhe a matéria com o programa discriminado no Guia de Estudos, ou você perderá precioso tempo.
Para quem é de Brasília, sugiro as apostilas de Introdução à Economia da UnB (para adquiri-las, entre em contato pelo site http://www.unb.bface/eco/inteco/). As apostilas não contemplam toda a matéria exigida no concurso, mas podem servir de base para aqueles que estão iniciando seus estudos. Sugiro buscaaprofundar, no mínimo, os seguintes temas além da apostila: teoria da firma e tipos de mercado, teoria do consumidor, contabilidade nacional, multiplicador monetário (não confundir com o bancário), meios de pagamento, oferta e demanda agregadas e Economia Internacional (veja as indicações de Krugman e Obstfeld/Dornbusch e Helmers abaixo). A parte de economia brasileira das apostilas é de caráter bem introdutório e superficial, o que torna indispensável a leitura de toda a matéria em outras fontes (ver indicações abaixo). Além disso, a prova de terceira fase de 2011 provou que é indispensável saber correlacionar os conceitos econômicos aprendidos na matéria com as circunstâncias econômicas globais contemporâneas. Por esse motivo, vale dizer que é muito importante ficar atento aos noticiários econômicos.
- Economia Sem Mistérios (Matthew Bishop): segundo recomendações, bom livro para conceitos de Economia.
- Microeconomia: Princípios Básicos (Hal R. Varian): esse livro não é indicado para quem não possui conhecimentos de Economia Quantitativa. Há, obviamente, muita coisa desnecessária ao concurso (no concurso de 2011, por exemplo, não serviu para absolutamente nada). Passei o olho no livro de maneira rápida, selecionando as partes que se encaixam no conteúdo pedido no CACD (no fim das contas, não é muita coisa). De modo geral, não recomendo estudar por ele (não é todo mundo que está familiarizado com a linguagem matemática de Economia). Fica a sugestão apenas para aqueles que estiverem mais confortáveis com os números (com a observação de, como eu disse, selecionar apenas as poucas partes do livro que são relevantes para o concurso – ter uma noção do que já foi cobrado nos anos anteriores é fundamental para isso).
- Contabilidade Social: a Nova Referência das Contas Nacionais do Brasil (Carmen Feijó): segundo o Guia de Estudos antigo, os capítulos recomendados são: 3 e 5.
- “Estrutura do Sistema de Contas Nacionais” (IBGE) e “Notas Metodológicas do Balanço de Pagamentos” (Banco Central do Brasil): texto curtos e técnicos, mas bastante importantes (os dois textos est~o disponíveis para download no “REL UnB”).
Estudei Contabilidade Nacional apenas por uma folha de fórmulas que xeroquei de um amigo que fez Economia em um cursinho preparatório. De todo modo, se você fizer as provas anteriores (da primeira e da terceira fases), verá quais são as identidades contábeis comumente cobradas no concurso. No “REL UnB”, disponibilizei algumas tabelas de fórmulas de Contabilidade Nacional que encontrei na internet.
Para os itens “teorias clássicas do comércio, vantagens absolutas e comparativas e pensamento neocl|ssico” e “comércio internacional, efeitos de tarifas, quotas e outros instrumentos de política governamental”, recomendo Economia Internacional: teoria e política (Krugman e Obstfeld), capítulos 1 a 4, 8, 9. Nos capítulos 2 a 4, não dê muita atenção às partes com fórmulas/gráficos, que, para quem não é muito familiarizado com Economia e com Matemática, podem parecer incompreensíveis. O importante, aqui, é entender apenas quais são os principais fundamentos das teorias clássica e neoclássica (esta última entendida como o modelo Heckscher-Ohlin) de comércio internacional. Agora vem a dica de ouro: para os capítulos 2, 3 e 4, leia apenas o a parte “Resumo”, ao final dos capítulos, que contém todas as informações teóricas necessárias para o entendimento das teorias em questão [com a única exceção de, no capítulo 2, ler as duas primeiras páginas (até o final do item “O conceito de vantagem comparativa”) e as duas últimas (do item “Evidências empíricas do modelo ricardiano” até o final)]. Quanto ao capítulo 8, aí, sim, é necessário entender os gráficos e os cálculos empregados (que não são nem um pouco difíceis), pois já foram objeto de questões do CACD em anos anteriores (como na primeira fase de 2009). Os capítulos 1 e 9 são predominantemente descritivos, de leitura fácil e rápida. Em resumo:
· Capítulo 1: ler integralmente;
· Capítulo 2: ler apenas as duas primeiras páginas, as duas últimas e o resumo;
· Capítulos 3 e 4: ler apenas os resumos;
· Capítulos 8 e 9: ler integralmente.
Por fim, algumas partes de Economia Internacional também podem ser encontradas no livro Economia Aberta: Instrumentos de Política Econômica nos Países em Vias de Desenvolvimento (Dornbusch e Helmers). O livro não é próprio para iniciantes (requer conhecimentos sólidos de Introdução à Economia), mas, para os já iniciados, recomendo fortemente. A obra trata desde conceitos iniciais (taxa de câmbio, balanço de pagamentos e política comercial) até história econômica (evolução do sistema financeiro internacional, abertura comercial nos países latino- americanos). Li apenas na graduação, não para o concurso. De todo modo, se tiver tempo, acho que pode ser uma leitura interessante (pelo que me lembro, gostei bastante quando li).
ECONOMIA BRASILEIRA
A seguir, uma série de recomendações de livros de Economia Brasileira15
15 Se sua memória não está muito fresca quanto à história brasileira a partir de meados do século XIX, sugiro começar a estudar a parte de Formação Econômica do Brasil após haver estudado (ou, ao menos, após uma passada mais geral nos temas de) História do Brasil. Acho mais fácil entender, primeiramente, a história, para, depois, entender a história econômica. Além disso, são necessários, pelo menos, conhecimentos básicos de Economia, para estudar Economia Brasileira. Acho importante, se você não teve nenhum contato com Economia ainda, começar com a parte de Economia (Microeconomia, Macroeconomia e Economia Internacional), para, depois, preocupar-se com Economia Brasileira. Enfim, mera sugestão.
- Formação Econômica do Brasil (Celso Furtado): também recomendado para as disciplinas de História do Brasil e de Português (embora com enfoques diferentes). Não li nada para o concurso, e acho que não perdi nada em termos práticos.
- Economia Brasileira Contemporânea (Giambiagi), Economia Brasileira Contemporânea (Gremaud) e Formação Econômica do Brasil (Gremaud): todos foram recomendados, mas não li nenhum para o concurso. Como já disse anteriormente, fiz a parte de Economia Brasileira da prova apenas com minhas anotações de aula da disciplina homônima que cursei na UnB.
- A Ordem do Progresso: Cem Anos de Política Econômica Republicana, 1889-1989 (Marcelo de Paiva Abreu): muitos acham o livro de difícil leitura. Não cheguei a lê-lo para o concurso (havia lido apenas na graduação, já não me lembro muito bem do que achei). Acho que até mesmo o resumo disponível no “REL UnB” pode ser complicado. De verdade, em termos práticos, não sei se vale muito a pena.
- A Economia Brasileira (Baer): também uma opção, embora não indispensável.
- Formação Econômica do Brasil: a Experiência da Industrialização (Versiani e Mendonça de Barros): ler “A Industrializaç~o Brasileira Antes de 1930: Uma Contribuiç~o”.
- Pensamento Econômico Brasileiro (Ricardo Bielschowsky): segundo a bibliografia indicada no Guia de Estudos antigo, os capítulos recomendados são: 2, 9, 10 e 11. Não tenho o livro e não li todos esses capítulos, apenas reproduzo a sugestão (na verdade, só li uma parte do capítulo 3).
Sobre o pensamento econômico de Celso Furtado, incluído no Guia de Estudos de 2011, há, por exemplo, o artigo “Celso Furtado e o pensamento social brasileiro”, de Bernardo Ricupero (disponível para download no “REL UnB”) e o livro de Ricardo Bielschowsky (eu li apenas o “Cap.
III.4 – O Pensamento Desenvolvimentista - O Setor Público: Desenvolvimento Nacionalista”; disponibilizei meu fichamento no “REL UnB”).
- Notas de Aula – UVB: encontrei, na internet, as notas de aula de uma faculdade virtual (UVB) das disciplinas Formação Econômica do Brasil (1500-1930), Economia Brasileira (a partir de 1930) e Comércio Internacional. Compilei as notas e disponibilizei para download no “REL UnB”. Apesar de as notas serem, às vezes, um pouco superficiais, acredito que são boa introdução geral aos temas de Economia Brasileira (ou, ainda, boa revisão geral, depois de já ter estudado). Obviamente, é necessário ponderar, de acordo com o edital, o que é útil e o que não é. As notas de Formação Econômica do Brasil, por exemplo, são muito grandes, mas, conferindo no edital, você verá que só cai História Econômica Brasileira a partir do século XIX (nas notas de Formação Econômica Brasileira, destaco os capítulos 11, 12, 13 e 15). O mesmo vale para o arquivo de notas de Comércio Internacional (ler apenas capítulos 2 a 7). Para Economia Brasileira, sugiro os capítulos de 1 a 10.
Para quem desejar treinar um pouco com exercícios de Economia Brasileira, sugiro, além das provas anteriores do CACD (obviamente), as provas da ANPEC (Associação Nacional dos Centros de Pós-Graduação em Economia). Não tente fazer as provas das outras disciplinas, achando que estará estudando para o concurso, porque as matérias cobradas no exame da ANPEC de Microeconomia e de Macroeconomia, por exemplo, são muito mais avançadas e requerem cálculos muito mais elaborados que o CACD exige. Faça uso, portanto, apenas das provas de Economia Brasileira (são muitas: há, no site da ANPEC, as provas desde 1990). Fazer todas as provas de 1990 até hoje tomará, com certeza, bom tempo de sua preparação. Não fiz nenhuma por falta de tempo mesmo, mas talvez valha mais a pena selecionar duas ou três provas de Economia Brasileira e tentar fazer, como sondagem de suas maiores dificuldades. As provas anteriores podem ser encontradas no site da ANPEC, http://www.anpec.org.bexame.htm (menu à direita).
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Sonhei que acompanhava o presidente

Sonhei que estava andando pela rua mais movimentada do comércio na minha cidade junto do Presidente, Teich, Ernesto Araújo e um amigo meu. Tudo estava fechado e completamente deserto. O presidente então recomenda seguir mais a frente. Chegamos então à um comércio de propriedade de um cristão conservador, que nos recebe sem máscaras e cheio de apoiadores em seu estabelecimento. Quem nós apresenta à ele é Bolsonaro. Depois de apresentados vamos para um salão onde uma equipe técnica está preparando uma live. Sentamos em um sofá (Da esquerda para a direita: Eu, meu amigo, Bolsonaro - ao centro - , Ernesto Araújo e Teich) em frente às câmeras. Todos no sofá aparentam nervosismo em inciar a live. Tomo a iniciativa e com um discurso técnico exponho as dificuldades que os sets de cinema enfrentariam com uma "retomada das atividades" em meio a pandemia de Covid-19. Vejo que os ministros começam a cochichar entre si, sem me dar a devida atenção. Bolsonaro então interrompe minha fala para falar de suas asneiras. Eu imediatamente e em tom de voz elevado - como dando bronca em criança - peço que ele restrinja sua fala até que eu terminei meu ponto. Indignado ele diz que não vai ficar sentado ouvindo um "fedelho comunista". Nesse momento eu dou um sinal para meu colega à esquerda que se joga por cima do presidente. Puxo uma faca que estava plantada entre os assentos do sofá e esfaqueio a jugular do presidente. Ao momento que vejo Bolsonaro mergulhado em sangue eu ouço disparos de arma de fogo. Eram seus guarda costas me abatendo. Eu acordo.
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Bolso trocar o diretor da PF contra vontade do Moro é realmente tão grave?

Eu ainda estou digerindo isso. Mas o caso da nomeação do diretor da PF está parecendo com a seguinte situação:
Você é dono de um comércio e contrata um gerente, o qual pede liberdade para compor a equipe. Você concorda. Depois de um ano, você passa a não gostar do caixa. Pede para trocá-lo e o gerente não quer. Você vai e troca-o mesmo assim.
O negócio é seu. O mandato é do PR. Você tem o direito legal de trocá-lo, assim como o PR tem o direito legal, por livre nomeação, de trocar o diretor da PF.
Estou digerindo se isso é realmente tão grave.
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O que é o isolamento vertical?

https://www.bbc.com/portuguese/internacional-52043112
A notícia descreve essa teoria que é música para ouvido de alguns, que, inclusive, penso que poderia ser um ponto interessante para o Átila abordar.
TL;DR (em poucas palavras) - dois cientistas começam a contestar o poder de devastação do coronavírus. Para eles, a melhor estratégia, equilibrando combate ao vírus com menor consequência econômica, seria isolar os grupos de risco conhecidos - idosos e pessoas com doenças anteriores -, concentrando neles também os recursos de saúde, deixando o restante da população a mercê dos efeitos do vírus que, em geral, provocam infecções leves e autolimitadas. Com isso, a população adquire imunização de rebanho. Essa estratégia vem sendo duramente contestada criticada pela maioria da comunidade científica.

Ponho na íntegra.

O que é o isolamento vertical que Bolsonaro quer e por que especialistas temem que cause mais mortes?


Um grupo de cientistas tem desafiado a orientação majoritária entre os epidemiologistas e defendido que as medidas de distanciamento social da população contra o coronavírus sejam relaxadas e substituídas pelo isolamento de grupos específicos de pessoas, aqueles com maior risco de morrer ou desenvolver quadros graves: idosos, diabéticos, cardíacos e pessoas com algum comprometimento pulmonar.
Para esses epidemiologistas, os escassos dados disponíveis apontam que a doença não é tão devastadora para a população em geral e, por isso, seria possível contê-la sem enfrentar as massivas perdas econômicas que o atual modelo de contenção pode causar.
As conclusões são vistas com desconfiança e cautela no mundo médico, já que a falta de dados não permite conclusões tão generalizantes para a maior parte dos profissionais.
O risco, dizem os críticos, é que teorias como essa possam estar equivocadas e levar o mundo todo a um colapso completo de saúde.
A controversa estratégia é chamada de isolamento vertical e ganhou ao menos dois proeminentes adeptos nas últimas 48 horas: o presidente americano, Donald Trump, e o presidente brasileiro, Jair Bolsonaro.
Algo semelhante foi tentando no Reino Unido, que recuou do plano nesta semana, após indicativos de que seu sistema de saúde podia entrar em colapso, e determinou que seus cidadãos deveriam manter amplo isolamento social adotando o fechamento de escolas e comércios como tem sido a tônica das medidas ao redor do mundo.
Não está claro ainda se EUA ou Brasil vão adotar o isolamento vertical como arma central no combate à pandemia, mas os dois mandatários já se posicionaram publicamente a favor dessa linha de atuação.
Oito dias depois de decretar estado de emergência e recomendar que todos os americanos ficassem em casa, na segunda, dia 23, Trump afirmou que "os Estados Unidos estarão novamente abertos a negócios em breve. Muito em breve. Muito antes de três ou quatro meses que alguém sugeriu. Muito antes. Não podemos deixar que a cura seja pior que o próprio problema".
E reconheceu que contrariava os médicos que o assessoram nessa nova orientação. Segundo Trump, a sugestão desses profissionais da saúde seria "manter o país fechado por alguns anos". "Você não pode fazer isso com um país, especialmente a economia número 1 do mundo", afirmou.
Nesta terça, 24, em pronunciamento em rede nacional, Bolsonaro seguiu a mesma linha, criticou o confinamento por seus efeitos econômicos e na manhã da quarta, 25, disse que "a orientação vai ser o [isolamento] vertical daqui pra frente".
Nos Estados Unidos, a projeção é de que a economia encolha em até 24% no segundo trimestre. A taxa de desemprego voltaria ao patamar de 10%, como durante a crise de 2008.
No Brasil, a expectativa de crescimento do PIB foi zerada para o ano de 2020. Os cenários para número de desempregados oscilam de 20 milhões a 40 milhões, a depender do órgão responsável pelo cálculo.
Afinal, o que é confinamento vertical?
Um dos médicos a formularem esse método é David Katz, diretor do Centro de Pesquisa em Prevenção Yale-Griffin.
Em um artigo publicado no jornal The New York Times, Katz explica a estratégia com uma metáfora bélica. De acordo com o médico, em um momento de "guerra" contra o coronavírus, os governos podem optar por confrontos abertos, com seus resultados mortíferos e efeitos colaterais graves, ou adotar um ataque cirúrgico, com foco específico no ponto de maior perigo.
Para Katz, ordenar quarentena forçada em um país, com fechamento de comércios e escolas, e proibição de circulação de pessoas a menos que por motivos essenciais é o equivalente ao "confronto aberto bélico".
O ataque cirúrgico seria isolar os grupos de risco conhecidos - idosos e pessoas com doenças anteriores - concentrando neles também os recursos de saúde para tratamento e prevenção e deixando o restante da população a mercê dos efeitos do vírus que, em geral, provocam infecções leves e autolimitadas.
A argumentação de Katz se sustenta em números da epidemia obtidos na Coreia do Sul, onde o coronavírus a se espalhou e foi rapidamente contido graças a uma estratégia de testagem massiva da população e de rastreamento de pessoas que estariam potencialmente infectadas.
"Os dados da Coreia do Sul, os melhores a rastrear os efeitos do coronavírus até agora, indicam que 99% dos casos de doenças na população em geral são 'leves' e não necessitam de atendimento médico. A pequena porcentagem que necessita de intervenção hospitalar se concentra entre aqueles com 60 anos ou mais, e tanto mais quanto mais velhos forem os pacientes. Aqueles com mais de 70 anos têm 3 vezes mais chances de morte do que os com idades entre 60 e 69 anos, enquanto aqueles acima de 80 têm o dobro de risco de mortalidade em relação aos pacientes entre 70 e 79 anos", escreveu ele no Times.
No raciocínio teórico, ao deixar a maior parte da população fora do risco exposta ao patógeno, a sociedade desenvolveria a chamada "imunidade de rebanho" - um contingente populacional cada vez maior teria anticorpos para derrotar o vírus antes mesmo que ele se instalasse e pudesse se reproduzir e se espalhar, o que levaria ao fim da pandemia.
"Estou profundamente preocupado que as consequências sociais, econômicas e de saúde pública desse colapso quase total da vida normal - escolas e empresas fechadas, reuniões proibidas - sejam duradouras e calamitosas, possivelmente mais graves do que o número direto de vítimas do próprio vírus. O mercado de ações voltará com o tempo, mas muitas empresas nunca o farão. O desemprego, o empobrecimento e o desespero que provavelmente resultarão serão flagelos de saúde pública de primeira ordem", escreve Katz.
Os argumentos de Katz são compartilhados pelo médico epidemiologista John Ioannidis, codiretor do Centro de Inovação e Pesquisa da Universidade de Stanford.
Em um artigo para o site StatNews, ele afirma que as estatísticas até agora indicam uma mortalidade de 1% dos doentes por coronavírus.
"Se isso for verdade, confinar o mundo todo com um potencial gigantesco de consequências sociais e financeiras é irracional. É como um elefante sendo atacado por um gato doméstico que, para evitar o aborrecimento do gato, pula de um precipício e morre", escreveu.
Críticas da comunidade científica
A teoria de Katz e Ioannidis se tornou música para os ouvidos de equipes econômicas governamentais que tentam fechar as contas públicas em meio à perspectiva de recessão.
"Nenhuma sociedade pode proteger a saúde pública por muito tempo, às custas de sua saúde econômica. Mesmo os recursos dos EUA para combater uma praga viral não são ilimitados. A América precisa urgentemente de uma estratégia de pandemia mais econômica e socialmente sustentável que o atual confinamento", resumiu o editorial do jornal The Wall Street Journal, conhecido por expressar o pensamento da elite econômica americana, há uma semana.
No Brasil, as conclusões dos dois epidemiologistas ganharam adeptos na equipe do ministro da Economia, Paulo Guedes, em busca de uma saída mais suave para a crise da saúde pública.
O problema é que, por enquanto, o isolamento vertical é apenas uma hipótese. Katz e Ioannidis têm sido duramente criticados por, segundo seus pares, extrapolar inferências a partir de premissas pouco confiáveis.
De acordo com a última estimativa da Organização Mundial da Saúde (OMS), seria necessário aumentar em ao menos 80 vezes o número de testes de laboratório para coronavírus ao redor do mundo para que fosse possível entender com precisão o alcance da pandemia e seu potencial de letalidade.
De acordo com Tedros Adhanom Ghebreyesus, diretor-geral da OMS, há ainda falta de máquinas para rodar os testes e até de cotonetes para coletá-los. O problema é generalizado e atinge mesmo países ricos, como os Estados Unidos.
Isso quer dizer que os dados disponíveis sobre a pandemia até agora são apenas uma peça do quebra-cabeças, incapaz de indicar o que seria sua imagem completa.
Ainda assim, o próprio Ioannidis reconhece que "no pior cenário, se o novo coronavírus infectar 60% da população global e 1% das pessoas infectadas morrerem, isso se traduzirá em mais de 40 milhões de mortes em todo o mundo, correspondendo à pandemia de influenza de 1918".
Mais mortes que o estimado
Mas há ainda controvérsia sobre a taxa de mortalidade da pandemia. Os dados da China, onde houve o primeiro epicentro da doença, e da Itália, o segundo foco global, colocam em xeque as conclusões obtidas a partir de dados da Coreia do Sul, onde a contaminação foi menor, mais controlada e contou com um sistema hospitalar em plenas condições de responder a todos os casos.
Na China, a taxa de doentes com covid-19 que morreram está em 4%. Entre os italianos infectados, o percentual de mortes ficou em 9,8%. Ambos são muito superiores ao 1% dos coreanos.
Se essa taxa prevalecer em outros países, as perdas de vidas humanas serão significativamente maiores do que Katz e Ioannidis estão estimando.
Para Harry Crane, professor de estatística da Universidade Rutgers, o erro de Katz e Ioannidis foi se deixar levar pelo desejo de negar uma situação que pode causar desespero.
"Sob grave incerteza, é instinto natural e bom senso esperar pelo melhor, mas se preparar para o pior", escreveu Crane, em resposta ao artigo de Ioannidis.
Isso porque a taxa de mortalidade não depende apenas dos quadros de saúde que o próprio vírus pode produzir, mas da capacidade de resposta das sociedades de tratar esses doentes.
Como isolar grandes grupos de risco?
Para piorar, a solução que ambos sugerem, confinar grupos de risco, parece impraticável na maior parte dos países. Primeiro porque os grupos de risco conhecidos até agora, como idosos, cardíacos e diabéticos são numerosos.
Nos EUA, os idosos são 15% da população. E 40% dos americanos com mais de 20 anos são obesos, condição que predispõe a diabetes e cardiopatias. No Brasil, 13,5% das pessoas têm mais de 60 anos e 20% são obesas.
Na prática, a medida sugerida pelos pesquisadores representaria isolar algo como 2 em cada 5 americanos ou 1 em cada 5 brasileiros. Para complicar, muitas pessoas nessas condições não moram sozinhas, o que tornaria ainda mais complexo mantê-las isoladas do risco de contrair o vírus.
Além disso, os grupos de risco podem não se restringir aos perfis conhecidos até agora. O próprio Katz admite o problema: "Certamente, embora a mortalidade seja altamente concentrada em alguns grupos, ela não para por aí. Existem histórias comoventes de infecção grave e morte por covid-19 em pessoas mais jovens, por razões que desconhecemos".
No entanto, se for descoberto que o ideal é isolar idosos e jovens, a proposta do isolamento vertical em quase nada difere do que está sendo feito no atual confinamento que Katz critica.
Adicionalmente, até chegar ao ponto em que existe a chamada "imunidade de rebanho", o desejado na teoria do isolamento vertical, os cientistas estimam que ao menos 3 em cada 5 pessoas da população de cada país precisariam ter sido contaminadas.
"Não há como garantir que apenas os jovens sejam infectados. Você precisa de 60% a 70% da população infectada e recuperada para ter uma chance de desenvolver imunidade ao rebanho, e não existe esse percentual de pessoas jovens e saudáveis nem Reino Unido nem em qualquer outro lugar. Além disso, muitos jovens têm casos graves da doença, sobrecarregando os sistemas de saúde e um número não tão pequeno deles morre", alertou Nassim Nicholas Taleb, professor de engenharia de risco da New York University, especialista nesse tipo de modelo, em um artigo no jornal britânico Guardian em que expõe as falhas na premissa do isolamento vertical que levaram o primeiro-ministro do país, Boris Johnson, a mudar de posição sobre o assunto.
A desmobilização que a teoria produz
Por fim, se a estratégica de isolamento vertical falhar, chega-se ao problema seguinte: o colapso do sistema de saúde, abarrotado de doentes e com falta de suplementos médicos e respiradores.
"Em situações 'normais', apenas um entre 5 pacientes em estado crítico morre, daí a taxa de mortalidade (mortes por total de infectados) de 0,9% na China, fora de Hubei (epicentro inicial da doença). Quando os hospitais estão congestionados e o acesso a unidades de terapia intensiva é racionado, 9 em cada 10 pacientes em estado crítico morrem (daí a taxa de mortalidade de 4,5% em Hubei)", afirma o economista italiano Luigi Zingales em um artigo publicado na página da escola de negócios da Universidade de Chicago.
Segundo Zingales, manter as pessoas em casa e apoiar a economia não é uma questão do que seria moralmente correto para os governos, mas do que seria economicamente mais vantajoso.
Ele examina o caso americano. A OMS estima que algo em torno de 200 milhões de pessoas serão infectadas pelo vírus nos Estados Unidos. Dessas, 5% chegarão a condições críticas - algo como 10 milhões de pessoas.
A Agência de Proteção Ambiental dos EUA estima que cada vida humana valha US$ 10 milhões para a economia. Esse valor é um terço menor em pessoas com mais de 65 anos - em torno US$7 milhões.
De acordo com o raciocínio de Zingales, se os EUA enfrentarem o caos e perderem 9 em cada 10 desses casos críticos, ou seja, 9 milhões de pessoas, ele terá perdido financeiramente mais de US$ 60 trilhões - mais de duas vezes o PIB anual do país.
Logo, segundo ele, faria sentido aprovar o pacote de US$ 2 trilhões de estímulo à economia e arcar com o custo da paralisação da atividade econômica por quase quatro meses, já que o risco de tentar impedir essa queda poderia levar a uma catástrofe de custo exponencialmente maior.
Para os críticos do isolamento vertical, ao propalar uma possível solução que pode se provar falsa, esses pesquisadores dariam à pandemia condição de se espraiar.
Epidemias funcionam em cadeia, com a contaminação espalhando em cascata por diferentes e mais numerosos grupos, de modo que, se não foi interrompida cedo, pode ser impossível contê-la mais tarde.
"A mensagem de Ioannidis nos coloca em risco de atrasar a resposta crítica e dessensibilizar o público para os riscos reais que enfrentamos. Para um problema dinâmico e complexo, como o coronavírus, sempre queremos mais informação, mas temos que lidar com o que temos. Este não é um projeto de pesquisa acadêmica. É vida real, em tempo real. Diante da grave incerteza, não podemos adiar a ação aguardando mais evidências ou eliminar riscos catastróficos, alegando que é irracional tomar medidas defensivas drásticas" afirma Crane.
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Curso de PI com Romulo Neves -Grupo Ubique (2020)

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Detalhes sobre o Curso Preparatório de Política Internacional para o CACD 2020, que começa no próximo sábado, dia 23/05.
O curso foi elaborado para que você estude de maneira inteligente para o CACD e esteja habilitado a discorrer com segurança sobre os principais temas da agenda internacional, sem perder tempo selecionando temas e selecionando material relevante. Nós organizamos o conteúdo de maneira coerente e sintética para você.
Um dos objetivos do curso é o de ajudá-lo a superar aquela sensação de estar deixando algo para trás ou de se sentir afogado por tanta informação.
As aulas cobrirão os 30 principais temas da agenda internacional. Uma aula semanal, com dois temas, com duração de 2h a 2h30, para cobrir toda a agenda internacional contemporânea.
Por favor, leia atentamente as informações abaixo, sobre os detalhes do curso. Se não encontrar alguma informação relevante, não hesite em entrar em contato novamente pelo e-mail [email protected]
A matrícula estará disponível a partir de quarta-feira, dia 20/05, e poderá ser paga por meio de cartão de crédito ou Pay Pal na página do Grupo Ubique.
Como está organizado o curso? Quem é o professor? Qual é a frequência das aulas? Com funcionam as aulas? Com funciona o acesso às aulas? Quando começa o curso? Posso assistir à aula várias vezes? Por que é um curso específico de Política Internacional? Por que as aulas sobre cada tema têm apenas 1h-1h15 de duração? Como devo assistir às aulas? Além das aulas, haverá alguma outra interação com o professor? As aulas tratarão dos temas em relação ao Brasil? Posso interromper o curso? Qual a duração do curso? Quanto custa o curso? Tem desconto de lançamento? Que recursos complementares terei acesso como aluno do curso de Política Internacional? Haverá biliografia complementar? Quais são os temas das aulas do curso?
Como está organizado o curso? São 16 aulas, uma por semana, cobrindo os 30 assuntos mais importantes da agenda internacional. As aulas sintetizam e estruturam os principais elementos de cada assunto, habilitando o aluno a responder questões de múltipla escolha, mas também, e principalmente, a discorrer com segurança em questões discursivas sobre os assuntos abordados. Além dos 30 principais temas da agenda internacional, haverá uma aula sobre o método de preparação e uma aula bônus, sobre as alterações nos fluxos do comércio global nos últimos 10 anos.
Quem é o professor? O professor Rômulo Neves é diplomata de carreira, há 15 anos, tendo servido na Venezuela, Suriname, Etiópia e, atualmente, no Paquistão. Fui ainda Chefe da Divisão da Sociedade da Informação e da Divisão de Oceania. Tem 14 anos de experiência docente, tendo lecionado nos curso de Sociologia na UnB; de Relações Internacionais no IESB, UDF e UniCeub e de Direito na Uniplac. É formado em Ciências Sociais, pela USP, com especialização em Economia e Relações Internacionais e mestrado em Sociologia, pela mesma universidade. É mestre em Diplomacia pelo Instituto Rio Branco, tendo ganhado o Prêmio Araújo Castro pela dissertação de Mestrado. Foi aluno do curso de doutorado em Sociologia, da UnB, tendo trancado em função de transferência ao exterior. Foi jornalista, cobrindo Economia, nos jornais Gazeta Mercantil e Folha de São Paulo.
Qual é a frequência das aulas? Uma aula semanal, cobrindo dois temas da agenda internacional.
Com funcionam as aulas? As aulas com duração de 2h a 2h30 estão estruturadas para dar ao aluno um completo panorama de cada tema, habilitando-o a compreender os principais elementos dos assuntos tratados e montar sua própria linha de raciocínio. Por essa abordagem, detalhes e informações complementares, que também aparecerão nas aulas, podem ser usados como ilustração dos pontos, mas não são o foco da preparação. Não se trata de um compêndio de detalhes, mas de compreender as chaves de compreensão dos temas. Cada aula apresenta os fatos relevantes para cada tema da agenda, os interesses subjacentes, as disputas em andamento e a estrutura dos principais problemas em cada um dos temas. As aulas foram estruturadas para que não seja necessário recorrer a material externo para que o estudante domine a estrutura do tema e possa elaborar um texto próprio sobre cada um dos temas tratados. As provas subjetivas do CACD não são testes de memória, mas uma avaliação sobre a sua capacidade de compreensão dos principais temas da agenda internacional e sua habilidade em elaborar um texto estruturado sobre esses temas. As aulas trabalham essa capacidade. Ao final de cada aula, é apresentada uma lista com os principais pontos tratados, para auxiliar o processo de fixação da estrutura. Os alunos poderão enviar questões por e-mail, logo depois da aula. As respostas às questões estruturais mais importantes e relevantes serão enviadas a toda a turma ao longo da semana seguinte. Espera-se que, se o candidato tem uma curiosidade pessoal específica sobre alguma questão pontual ou detalhes complementares, ele possa buscar a informação por meio de pesuisa própria. Recorda-se, porém, que o concurso cobre uma quantidade muito abrangente de disciplinas, e todo o tempo disponível deveria ser dedicado à preparação eficiente em todas elas. No caso da disciplina de Política Internacional Contemporânea, com pouquíssimas exceções, detalhes complementares não são relevantes para a preparação para as provas do CACD.
Com funciona o acesso às aulas? Depois de efetivada a matrícula, o aluno receberá uma senha para acessar a área do aluno na página do Grupo Ubique (www.grupoubique.com.br), onde suas aulas poderão ser acessadas.
Quando começa o curso? O curso começa no sábado, dia 23/05. A aula do sábado será ao vivo, mas quem não puder assistir a aula no sábado, poderá assistir a reprise que estará acessível da manhã da quarta-feira seguinte até a noite de sexta-feira, para acesso no horário mais conveniente do aluno. Quem adquirir o curso posteriormente, vai iniciar o curso a partir do momento da aquisição, com a disponibilização de uma aula por semana, na ordem dos outros alunos.
Posso assistir à aula várias vezes? Os alunos terão acesso uma vez à aula da semana em horário à sua escolha no período de quarta à sexta, posterior à aula ao vivo no sábado. Os alunos que assistirem à aula ao vivo, terão acesso mais uma vez no período citado. Os alunos que optarem por assistirem no período de quarta à sexta, terão acesso apenas uma vez à aula. Durante o acesso, é possível pausar e voltar a apresentação quantas vezes quiser, mas uma vez desconectado, não haverá a possibilidade de novo acesso. Esse formato foi definido em razão de 3 fatores: i) o curso foi desenvolvido para você economizar tempo e estudar de maneira eficiente. Não é esperado que você decore o conteúdo, mas que consiga, a partir de suas anotações desenvolver sua própria narrativa sobre o ponto, incluir o conhecimento em seu repertório, num formato que faça sentido para você; ii) não é desejável que o aluno fique assitindo várias vezes o mesmo conteúdo, levando em consideração a quantidade de material a ser estudado para o concurso e; iii) infelizmente, o compartilhamento e a pirataria de material didático é uma constante no ambiente dos concursos. Mesmo matendo o preço o mais acessível possível, o risco de compartilhamento indevido de material é muito alto, mesmo que a prática seja desonesta e pouco inteligente, já que aumenta artificialmente a vantagem dos concorrentes (o termo de uso assinado no momento da matrícula citará o impedimento de reprodução). Assim, como uma aula presencial, o aluno terá acesso uma vez ao conteúdo, com exceção daqueles que assistirem à aula ao vivo no sábado. Mas todos os alunos que participarem do curso vão ter acesso uma vez mais a todas as aulas do curso, ao final das aulas. Assim, uma última revisão de algum tema específico será possível para todos os alunos.
Por que é um curso específico de Política Internacional? Porque se trata da disciplina mais trabalhosa para o candidato selecionar o material relevante e organizar seus estudos. Muitas vezes os estudantes perdem mais tempo garimpando material do que propriamente estudando. Como a disciplina é formada por pontos nos quais os 2 ou 3 anos anteriores podem ser cruciais, não há biliografia atualizada para cobrir todos os pontos essenciais de cada tema. Assim, o acompanhamento do material publicado na imprensa é essencial. E seguirá sendo. O curso, entretanto, vai habilitar o candidato a identificar rapidamente o que é relevante no material publicado na imprensa em cada tema, bem como agregar eventuais novas informações a uma análise estruturada, que estará habilitado a realizar a partir do curso. Em suma, o estudante não apenas estará preparado para discorrer sobre os temas estudados em qualquer circunstância, como também a economizar tempo, identificando o que é e o que não é relevante no material publicado na imprensa em cada tema. O curso é indicado para todos os estudantes que queiram economizar tempo para cobrir a bibliografia das outras disciplinas cobradas no concurso. Para as outras disciplinas, a bibliografia contida nos editais cobre bem o conteúdo.
Por que as aulas sobre cada tema têm apenas 1h a 1h15 de duração? As provas discursivas nos concursos públicos não são compostas de perguntas que avaliam apenas o conteúdo da disciplina, mas a capacidade de articulação e expressão dos candidatos. Assim, tão ou mais importante do que conhecer todos os detalhes de determinado assunto, é crucial identificar quais são os principais pontos de inflexão e como é possível interligar os diferentes assuntos da agenda internacional. Aulas expositivas de 3h ou 4h geralmente se perdem em detalhes que podem parecer centrais, mas são apenas acessórios e prejudicam a preparação do candidato, roubando foco e tempo. O objetivo é habilitar o candidato a articular os temas, discorrer sobre os principais aspectos que conformam aquela agenda e não a escrever um compêndio de detalhes. Lembre-se, você fará provas de outras disciplinas cuja natureza - de conteúdo estruturado em livros texto - é mais própria ao tratamento do detalhe do detalhe do que a prova de Política Internacional. É improvável que as questões de uma prova discursiva de Política Internacional se limitem a detalhes de aspectos secundários. O foco deve ser a compreensão da agenda, dos principais interesses em jogo e dos pontos de transição e inflexão. Fatos pitorescos podem ser um adendo interessante, mas dificilmente serão o cerne de uma resposta bem avaliada nessas provas. Assim, o foco do curso é na compreensão da estrutura dos assuntos, onde os pontos de inflexão servem para o encadeamento da análise e não como curiosidades secundárias. Obviamente, informações complementares estarão presentes nas aulas, mas como ilustração da estrutura do tema e não como a estrutura em si. Quanto mais claro estiverem os conceitos centrais, mais o estudante pode compreender a função de informações complementares na estutura de sua resposta. As aulas são relativamente curtas exatamente para ajudá-lo a controlar e aproveitar melhor o seu tempo. Não se perca no planejamento.
Como devo assistir às aulas? As aulas estão estruturadas com a apresentação de um conjunto de eventos e informações que se interligam e se conectam para uma compreensão da agenda de maneira integral. Assim, espera-se que o estudante: i) separe o tempo para assistir à aula de maneira integral, evitando interrupções ou distrações durante a aula. ii) tome notas dos principais temas apresentados. A tomada de notas estrutura o tema a partir de sua percepção. As notas fixam em sua memória o encadeamento e o desenvolvimento dos fatos. Não se trata de reescrever a totalidade da aula, mas de anotar os principais conceitos e tópicos para fixação e recuperação futura. iii) posteriormente, releia suas anotações e escreva um texto de três laudas sobre a sua compreensão sobre o tema. Este texto é a base de sua compreensão daquele tema da agenda. É o conteúdo que fará parte permanentemente de seu repertório. Em qualquer questão da prova que trate daquela temática, esses elementos poderão ser usados, com pequenas variações de ênfase, para estruturar sua resposta.
Além das aulas, haverá alguma outra interação com o professor? As principais perguntas do conjunto de estudantes, de elementos estruturais dos temas tratados nas aulas, recebidas por e-mail, serão respondidas antes da próxima aula e serão disponibilizadas em área específica no site do Grupo Ubique. Além disso, o estudante terá direito a submeter um de seus textos a cada 4 semanas para correção e comentários da equipe do Ubique.
As aulas tratarão dos temas em relação ao Brasil? Nos temas em que for relevante, serão tratadas as posições internacionais do Brasil em relação ao tema. Na maioria dos temas, será apresentada de maneira sintética como aquele tema afeta o Brasil e seus interesses.
Posso interromper o curso? Caso tenha algum problema que o impeça de seguir o calendário de aulas, é necessário que informe por e-mail sobre a impossibilidade de seguir o calendário e solicite a suspensão da disponibilização das aulas. Para retomar a disponibilização, será preciso enviar um novo e-mail. O curso será retomado no ponto onde foi suspenso.
Qual a duração do curso? O curso terá duração de 16 semanas, a fim de habilitar os candidatos a participarem da 3.a fase do CACD 2020 tendo assistido a todas as aulas.
Quanto custa o curso? O curso custará R$ 1.200,00, com duração total de 4 meses, ou seja R$ 300 por mês. O pagamento poderá ser feito por meio de cartão de crédito ou Pay Pal.
Tem desconto de lançamento? Sim. Para os alunos que contratarem o curso até 22/05, há um desconto de 10%, o que resultado no custo total de R$ 1.080,00, ou seja R$ 270,00 por mês
Que recursos complementares terei acesso como aluno do curso de Política Internacional? Alunos do curso de Política Internacional terão direito a i) uma correção por mês de um texto de um tema, à escolha do candidato; ii) desconto de 40% na primeira compra dos serviços de correção do Ubique de textos e redações; iii) uma aula de mentoria para preparação do concurso, com o Prof. Marcílio Falcão, do Ubique; iv) 30% de desconto na correção do simulado de prova de PI a sere realizado pelo Ubique, no final do curso. Os candidatos inscritos no curso também receberão 2 aulas bônus: uma no início do curso, com dicas sobre como estudar Política Internacional, e outra no final do curso sobre Alterações no Fluxo Global de Comércio nos últimos 10 anos.
Haverá bibliografia complementar? O objetivo do curso é economizar o tempo do candidato. O curso parte da avaliação que a bibliografia existente não dá conta dos temas a serem estudados, pois precisariam obrigatoriamente ser complementada com muito material estruturado da imprensa, então não faz sentido indicar bibliografia que, por ser incompleta, não resolve o problema do candidato e, ainda toma tempo de preparação para outras disciplinas cujo material sim está organizado numa bibliografia de referência. Cada candidato poderá, caso seja de seu interesse, se aprofundar em determinado tema, mas o objetivo do curso é preparar os alunos para estruturar as grandes linhas dos principais temas da agenda internacional e não discorrer sobre os detalhes complementares de cada um desses temas. Em suma, o curso não seguirá nenhuma bibliografia de referência, porque já é a síntese de extensa bibliografia, complementada pela estruturação do material publicado na imprensa internacional, cuja leitura integral neste momento não é produtiva para a preparação do aluno.
Quais são os temas das aulas do curso? A lista com os 30 principais temas da agenda internacional, que serão tratados nas aulas, será enviada para os alunos no momento de sua matrícula. A lista é extensiva e almeja cobrir todos os principais pontos da agenda internacional. A própria lista é um plano de estudos detalhado, que ajudará o candidato a se sentir seguro e preparado para a prova de Política Internacional Contemporânea.
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Grupo Ubique - curso de PI com diplomata Romulo Neves_ CACD2020

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Detalhes sobre o Curso Preparatório de Política Internacional para o CACD 2020, que começa no próximo sábado, dia 23/05.
O curso foi elaborado para que você estude de maneira inteligente para o CACD e esteja habilitado a discorrer com segurança sobre os principais temas da agenda internacional, sem perder tempo selecionando temas e selecionando material relevante. Nós organizamos o conteúdo de maneira coerente e sintética para você.
Um dos objetivos do curso é o de ajudá-lo a superar aquela sensação de estar deixando algo para trás ou de se sentir afogado por tanta informação.
As aulas cobrirão os 30 principais temas da agenda internacional. Uma aula semanal, com dois temas, com duração de 2h a 2h30, para cobrir toda a agenda internacional contemporânea.
Por favor, leia atentamente as informações abaixo, sobre os detalhes do curso. Se não encontrar alguma informação relevante, não hesite em entrar em contato novamente pelo e-mail [email protected]
A matrícula estará disponível a partir de quarta-feira, dia 20/05, e poderá ser paga por meio de cartão de crédito ou Pay Pal na página do Grupo Ubique.
Como está organizado o curso? Quem é o professor? Qual é a frequência das aulas? Com funcionam as aulas? Com funciona o acesso às aulas? Quando começa o curso? Posso assistir à aula várias vezes? Por que é um curso específico de Política Internacional? Por que as aulas sobre cada tema têm apenas 1h-1h15 de duração? Como devo assistir às aulas? Além das aulas, haverá alguma outra interação com o professor? As aulas tratarão dos temas em relação ao Brasil? Posso interromper o curso? Qual a duração do curso? Quanto custa o curso? Tem desconto de lançamento? Que recursos complementares terei acesso como aluno do curso de Política Internacional? Haverá biliografia complementar? Quais são os temas das aulas do curso?
Como está organizado o curso? São 16 aulas, uma por semana, cobrindo os 30 assuntos mais importantes da agenda internacional. As aulas sintetizam e estruturam os principais elementos de cada assunto, habilitando o aluno a responder questões de múltipla escolha, mas também, e principalmente, a discorrer com segurança em questões discursivas sobre os assuntos abordados. Além dos 30 principais temas da agenda internacional, haverá uma aula sobre o método de preparação e uma aula bônus, sobre as alterações nos fluxos do comércio global nos últimos 10 anos.
Quem é o professor? O professor Rômulo Neves é diplomata de carreira, há 15 anos, tendo servido na Venezuela, Suriname, Etiópia e, atualmente, no Paquistão. Fui ainda Chefe da Divisão da Sociedade da Informação e da Divisão de Oceania. Tem 14 anos de experiência docente, tendo lecionado nos curso de Sociologia na UnB; de Relações Internacionais no IESB, UDF e UniCeub e de Direito na Uniplac. É formado em Ciências Sociais, pela USP, com especialização em Economia e Relações Internacionais e mestrado em Sociologia, pela mesma universidade. É mestre em Diplomacia pelo Instituto Rio Branco, tendo ganhado o Prêmio Araújo Castro pela dissertação de Mestrado. Foi aluno do curso de doutorado em Sociologia, da UnB, tendo trancado em função de transferência ao exterior. Foi jornalista, cobrindo Economia, nos jornais Gazeta Mercantil e Folha de São Paulo.
Qual é a frequência das aulas? Uma aula semanal, cobrindo dois temas da agenda internacional.
Com funcionam as aulas? As aulas com duração de 2h a 2h30 estão estruturadas para dar ao aluno um completo panorama de cada tema, habilitando-o a compreender os principais elementos dos assuntos tratados e montar sua própria linha de raciocínio. Por essa abordagem, detalhes e informações complementares, que também aparecerão nas aulas, podem ser usados como ilustração dos pontos, mas não são o foco da preparação. Não se trata de um compêndio de detalhes, mas de compreender as chaves de compreensão dos temas. Cada aula apresenta os fatos relevantes para cada tema da agenda, os interesses subjacentes, as disputas em andamento e a estrutura dos principais problemas em cada um dos temas. As aulas foram estruturadas para que não seja necessário recorrer a material externo para que o estudante domine a estrutura do tema e possa elaborar um texto próprio sobre cada um dos temas tratados. As provas subjetivas do CACD não são testes de memória, mas uma avaliação sobre a sua capacidade de compreensão dos principais temas da agenda internacional e sua habilidade em elaborar um texto estruturado sobre esses temas. As aulas trabalham essa capacidade. Ao final de cada aula, é apresentada uma lista com os principais pontos tratados, para auxiliar o processo de fixação da estrutura. Os alunos poderão enviar questões por e-mail, logo depois da aula. As respostas às questões estruturais mais importantes e relevantes serão enviadas a toda a turma ao longo da semana seguinte. Espera-se que, se o candidato tem uma curiosidade pessoal específica sobre alguma questão pontual ou detalhes complementares, ele possa buscar a informação por meio de pesuisa própria. Recorda-se, porém, que o concurso cobre uma quantidade muito abrangente de disciplinas, e todo o tempo disponível deveria ser dedicado à preparação eficiente em todas elas. No caso da disciplina de Política Internacional Contemporânea, com pouquíssimas exceções, detalhes complementares não são relevantes para a preparação para as provas do CACD.
Com funciona o acesso às aulas? Depois de efetivada a matrícula, o aluno receberá uma senha para acessar a área do aluno na página do Grupo Ubique (www.grupoubique.com.br), onde suas aulas poderão ser acessadas.
Quando começa o curso? O curso começa no sábado, dia 23/05. A aula do sábado será ao vivo, mas quem não puder assistir a aula no sábado, poderá assistir a reprise que estará acessível da manhã da quarta-feira seguinte até a noite de sexta-feira, para acesso no horário mais conveniente do aluno. Quem adquirir o curso posteriormente, vai iniciar o curso a partir do momento da aquisição, com a disponibilização de uma aula por semana, na ordem dos outros alunos.
Posso assistir à aula várias vezes? Os alunos terão acesso uma vez à aula da semana em horário à sua escolha no período de quarta à sexta, posterior à aula ao vivo no sábado. Os alunos que assistirem à aula ao vivo, terão acesso mais uma vez no período citado. Os alunos que optarem por assistirem no período de quarta à sexta, terão acesso apenas uma vez à aula. Durante o acesso, é possível pausar e voltar a apresentação quantas vezes quiser, mas uma vez desconectado, não haverá a possibilidade de novo acesso. Esse formato foi definido em razão de 3 fatores: i) o curso foi desenvolvido para você economizar tempo e estudar de maneira eficiente. Não é esperado que você decore o conteúdo, mas que consiga, a partir de suas anotações desenvolver sua própria narrativa sobre o ponto, incluir o conhecimento em seu repertório, num formato que faça sentido para você; ii) não é desejável que o aluno fique assitindo várias vezes o mesmo conteúdo, levando em consideração a quantidade de material a ser estudado para o concurso e; iii) infelizmente, o compartilhamento e a pirataria de material didático é uma constante no ambiente dos concursos. Mesmo matendo o preço o mais acessível possível, o risco de compartilhamento indevido de material é muito alto, mesmo que a prática seja desonesta e pouco inteligente, já que aumenta artificialmente a vantagem dos concorrentes (o termo de uso assinado no momento da matrícula citará o impedimento de reprodução). Assim, como uma aula presencial, o aluno terá acesso uma vez ao conteúdo, com exceção daqueles que assistirem à aula ao vivo no sábado. Mas todos os alunos que participarem do curso vão ter acesso uma vez mais a todas as aulas do curso, ao final das aulas. Assim, uma última revisão de algum tema específico será possível para todos os alunos.
Por que é um curso específico de Política Internacional? Porque se trata da disciplina mais trabalhosa para o candidato selecionar o material relevante e organizar seus estudos. Muitas vezes os estudantes perdem mais tempo garimpando material do que propriamente estudando. Como a disciplina é formada por pontos nos quais os 2 ou 3 anos anteriores podem ser cruciais, não há biliografia atualizada para cobrir todos os pontos essenciais de cada tema. Assim, o acompanhamento do material publicado na imprensa é essencial. E seguirá sendo. O curso, entretanto, vai habilitar o candidato a identificar rapidamente o que é relevante no material publicado na imprensa em cada tema, bem como agregar eventuais novas informações a uma análise estruturada, que estará habilitado a realizar a partir do curso. Em suma, o estudante não apenas estará preparado para discorrer sobre os temas estudados em qualquer circunstância, como também a economizar tempo, identificando o que é e o que não é relevante no material publicado na imprensa em cada tema. O curso é indicado para todos os estudantes que queiram economizar tempo para cobrir a bibliografia das outras disciplinas cobradas no concurso. Para as outras disciplinas, a bibliografia contida nos editais cobre bem o conteúdo.
Por que as aulas sobre cada tema têm apenas 1h a 1h15 de duração? As provas discursivas nos concursos públicos não são compostas de perguntas que avaliam apenas o conteúdo da disciplina, mas a capacidade de articulação e expressão dos candidatos. Assim, tão ou mais importante do que conhecer todos os detalhes de determinado assunto, é crucial identificar quais são os principais pontos de inflexão e como é possível interligar os diferentes assuntos da agenda internacional. Aulas expositivas de 3h ou 4h geralmente se perdem em detalhes que podem parecer centrais, mas são apenas acessórios e prejudicam a preparação do candidato, roubando foco e tempo. O objetivo é habilitar o candidato a articular os temas, discorrer sobre os principais aspectos que conformam aquela agenda e não a escrever um compêndio de detalhes. Lembre-se, você fará provas de outras disciplinas cuja natureza - de conteúdo estruturado em livros texto - é mais própria ao tratamento do detalhe do detalhe do que a prova de Política Internacional. É improvável que as questões de uma prova discursiva de Política Internacional se limitem a detalhes de aspectos secundários. O foco deve ser a compreensão da agenda, dos principais interesses em jogo e dos pontos de transição e inflexão. Fatos pitorescos podem ser um adendo interessante, mas dificilmente serão o cerne de uma resposta bem avaliada nessas provas. Assim, o foco do curso é na compreensão da estrutura dos assuntos, onde os pontos de inflexão servem para o encadeamento da análise e não como curiosidades secundárias. Obviamente, informações complementares estarão presentes nas aulas, mas como ilustração da estrutura do tema e não como a estrutura em si. Quanto mais claro estiverem os conceitos centrais, mais o estudante pode compreender a função de informações complementares na estutura de sua resposta. As aulas são relativamente curtas exatamente para ajudá-lo a controlar e aproveitar melhor o seu tempo. Não se perca no planejamento.
Como devo assistir às aulas? As aulas estão estruturadas com a apresentação de um conjunto de eventos e informações que se interligam e se conectam para uma compreensão da agenda de maneira integral. Assim, espera-se que o estudante: i) separe o tempo para assistir à aula de maneira integral, evitando interrupções ou distrações durante a aula. ii) tome notas dos principais temas apresentados. A tomada de notas estrutura o tema a partir de sua percepção. As notas fixam em sua memória o encadeamento e o desenvolvimento dos fatos. Não se trata de reescrever a totalidade da aula, mas de anotar os principais conceitos e tópicos para fixação e recuperação futura. iii) posteriormente, releia suas anotações e escreva um texto de três laudas sobre a sua compreensão sobre o tema. Este texto é a base de sua compreensão daquele tema da agenda. É o conteúdo que fará parte permanentemente de seu repertório. Em qualquer questão da prova que trate daquela temática, esses elementos poderão ser usados, com pequenas variações de ênfase, para estruturar sua resposta.
Além das aulas, haverá alguma outra interação com o professor? As principais perguntas do conjunto de estudantes, de elementos estruturais dos temas tratados nas aulas, recebidas por e-mail, serão respondidas antes da próxima aula e serão disponibilizadas em área específica no site do Grupo Ubique. Além disso, o estudante terá direito a submeter um de seus textos a cada 4 semanas para correção e comentários da equipe do Ubique.
As aulas tratarão dos temas em relação ao Brasil? Nos temas em que for relevante, serão tratadas as posições internacionais do Brasil em relação ao tema. Na maioria dos temas, será apresentada de maneira sintética como aquele tema afeta o Brasil e seus interesses.
Posso interromper o curso? Caso tenha algum problema que o impeça de seguir o calendário de aulas, é necessário que informe por e-mail sobre a impossibilidade de seguir o calendário e solicite a suspensão da disponibilização das aulas. Para retomar a disponibilização, será preciso enviar um novo e-mail. O curso será retomado no ponto onde foi suspenso.
Qual a duração do curso? O curso terá duração de 16 semanas, a fim de habilitar os candidatos a participarem da 3.a fase do CACD 2020 tendo assistido a todas as aulas.
Quanto custa o curso? O curso custará R$ 1.200,00, com duração total de 4 meses, ou seja R$ 300 por mês. O pagamento poderá ser feito por meio de cartão de crédito ou Pay Pal.
Tem desconto de lançamento? Sim. Para os alunos que contratarem o curso até 22/05, há um desconto de 10%, o que resultado no custo total de R$ 1.080,00, ou seja R$ 270,00 por mês
Que recursos complementares terei acesso como aluno do curso de Política Internacional? Alunos do curso de Política Internacional terão direito a i) uma correção por mês de um texto de um tema, à escolha do candidato; ii) desconto de 40% na primeira compra dos serviços de correção do Ubique de textos e redações; iii) uma aula de mentoria para preparação do concurso, com o Prof. Marcílio Falcão, do Ubique; iv) 30% de desconto na correção do simulado de prova de PI a sere realizado pelo Ubique, no final do curso. Os candidatos inscritos no curso também receberão 2 aulas bônus: uma no início do curso, com dicas sobre como estudar Política Internacional, e outra no final do curso sobre Alterações no Fluxo Global de Comércio nos últimos 10 anos.
Haverá bibliografia complementar? O objetivo do curso é economizar o tempo do candidato. O curso parte da avaliação que a bibliografia existente não dá conta dos temas a serem estudados, pois precisariam obrigatoriamente ser complementada com muito material estruturado da imprensa, então não faz sentido indicar bibliografia que, por ser incompleta, não resolve o problema do candidato e, ainda toma tempo de preparação para outras disciplinas cujo material sim está organizado numa bibliografia de referência. Cada candidato poderá, caso seja de seu interesse, se aprofundar em determinado tema, mas o objetivo do curso é preparar os alunos para estruturar as grandes linhas dos principais temas da agenda internacional e não discorrer sobre os detalhes complementares de cada um desses temas. Em suma, o curso não seguirá nenhuma bibliografia de referência, porque já é a síntese de extensa bibliografia, complementada pela estruturação do material publicado na imprensa internacional, cuja leitura integral neste momento não é produtiva para a preparação do aluno.
Quais são os temas das aulas do curso? A lista com os 30 principais temas da agenda internacional, que serão tratados nas aulas, será enviada para os alunos no momento de sua matrícula. A lista é extensiva e almeja cobrir todos os principais pontos da agenda internacional. A própria lista é um plano de estudos detalhado, que ajudará o candidato a se sentir seguro e preparado para a prova de Política Internacional Contemporânea
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Como a China está retornando à decadência do comunismo hard core

A China é um país que polariza a opinião das pessoas, incluindo a minha. Eu serei o primeiro a corrigir algo que seja injustamente criticado no país e o primeiro a apontar visões excessivamente otimistas do futuro da China que estão completamente erradas.
Os anos dourados acabaram e eu vejo um país em que as políticas mais pesadas estão começando a romper o tecido social.
A primeira coisa que a China fez corretamente foi o crescimento e desenvolvimento. Tenho que admitir quando deixava a China para visitar minha cidade natal uma vez a cada dois anos, entre 2008 e 2012, era vergonhoso ver que não apenas nada mudou em minha cidade natal, mas as poucas empresas e atrações que estavam conseguindo se manter à tona estavam fechando.
O centro da cidade, que antes era aceitável, estava agora com um comércio reduzido. Pessoas destituídas estavam saindo em massa em busca de melhores empregos e realmente parece que a administração e as políticas econômicas falharam totalmente.
Isso se deu não apenas em pequenas cidades mas também na capital. Senti como se aquele lugar estivesse preso em algum ponto dos anos 70 em termos de tecnologia e situação dos trabalhadores. Não era nem a sujeira, mas tudo parecia velho.
Ao voar de volta à China, olhava pela janela do avião e via os magníficos edifícios brotando do chão como brotos de bambu após uma boa tempestade de chuva. Saía do avião e pegava um ônibus direto que custa apenas US $ 7 para minha pequena cidade de três milhões de pessoas em questão de minutos. O ônibus sai a cada 15 minutos, mas se eu quisesse ir mais rápido ainda, poderia pegar o trem de alta velocidade.
Sim, mesmo minha pequena cidade sem nome tinha uma linha ferroviária de alta velocidade, uma das cidades menos importantes da província!
Além disso, já em 2013 eu conseguia pagar por tudo usando o meu celular. A qualquer momento da madrugada, eu podia encomendar comida e bebida e recebia a encomenda na porta.
Podia descer as escadas a qualquer hora da noite e sentar na calçada e comer e beber à vontade, fazer amizade com os habitantes mais curiosos e gastando pouco ou nada. Por volta de $5 comprava algumas cervejas e churrascos. As conveniências na China são enormes.
Na China me sentia relaxado: as regras eram mais uma sugestão do que qualquer outra coisa. Eu obtinha minha renda em dinheiro ou era pago pelo WeChat dando aulas de inglês. Com 20 e poucos anos de idade, a propaganda boca-a-boca bastava para eu ter uma renda boa e muito tempo livre pra curtir, conhecer gente e seguir hobbies, como o motociclismo.
Isso tudo eu comparava à perspectiva de crescimento profissional lento como administrador de rede na minha terra natal e achava horrível.
Eu consegui subir financeira e socialmente e eu realmente senti que aquilo lá era meu lugar.
Casei-me. Tive meu primeiro filho e, embora as responsabilidades como pai tenham assumido o controle, eu ainda podia ir pro meu terraço à noite com meus amigos tomar uma cerveja e ver a cidade ao meu redor crescer. O desenvolvimento parecia que nunca ia parar.
Eu até me expandi e comecei a fazer vídeos em tempo integral, com a liberdade de sair em expedições de um mês e filmar documentários na TV com pouco ou nenhum regulamento para onde eu poderia ir ou o que eu podia fazer. Eu falo chinês fluentemente e finalmente consegui seguir meus sonhos, andando de moto e filmando conteúdo incrível com meus melhores amigos.
Mas as coisas mudaram.
Foi bastante drástico: as passagens de trem e ônibus que eu mencionei agora precisam de uma identificação chinesa para comprá-las - algo que eu nunca teria, pois estrangeiro não pode se tornar cidadão da China. Nem mesmo receber um green card, e isso significa depender da ajuda da minha esposa comprando qualquer coisa relacionada ao transporte.
Agora é ilegal colocar uma bandeira americana ao lado da chinesa na entrada do meu centro de treinamento de inglês, mesmo que isso simbolize cooperação.
As visitas da polícia se tornaram algo regular na minha vida e de meus amigos e familiares. O governo agora diz que estamos sendo monitorados e seguidos constantemente e que eu devo ter cuidado ao postar qualquer coisa online ou ter cuidado com quem eu estou associado. Todo o meu conteúdo online sempre foi bastante positivo mas agora sites não chineses estão bloqueados. Minha pequena janela para o mundo exterior foi fechada.
Meu negócio de motocicletas com meu melhor amigo foi fechado quando o governo decidiu que queria usar o terreno para construir mais prédios fantasmas para investidores imobiliários insaciáveis. Ninguém foi consultado para saber se isso era bom.
Houve um grande aumento de sequestros no parquinho do bairro. Tendo uma criança em casa, a idéia de que eu poderia perder minha filha para traficantes de seres humanos me faz perder o sono à noite.
Um quebra-quebra perto de um hospital levou ao assassinato de inúmeras enfermeiras. Agora é difícil frequentar os churrascos devido à violência nas ruas, geralmente por causa dos bêbados.
Agora, a polícia me ameaçou arbitrariamente com prisão por eu ter pilotado um drone por cima do prédio onde moro. Eles disseram que havia uma base militar que era visível nas filmagens, só que outras filmagens do mesmo local foram postadas nos sites de vídeo chineses por chineses sem nenhuma aplicação arbitrária da lei.
Quando líderes aleatórios do governo chegam à cidade, vendedores de rua são enxotados e todos os seus os bens confiscados. Todas as opções que tenho para restaurantes em minha rua fecharam e reabriram com alimentos de qualidade cada vez pior.
Tenho ficado mais doente do que antes com a crescente prevalência de óleo de procedência duvidosa sendo usado na culinária e na cozinha. Álcool falso é vendido até em grandes redes de supermercados. Não dá mais para comer ou beber qualquer coisa fora.
Os prédios que gostava de ver começaram a mostrar sinais de abandono e aqueles "brotos de bambu" brotando em volta de mim a um ritmo alucinante acabaram se transformando em estruturas ocas e apartamentos vazios, alguns deles quase desabando após três anos.
Devido aos conselhos de minha família e amigos chineses, comprei meu próprio apartamento para minha família, mas o elevador desabou duas vezes neste edifício novinho - tinha literalmente acabado de ser construído. Rachaduras maciças se formaram nos pisos e nas paredes.
A China também decidiu banir aleatoriamente as motocicletas. Todos os dias eu planejava uma rota calculada para evitar barricadas policiais, onde eles pegavam suas chaves e tomavam sua motocleta indiscriminadamente. Isso causou uma explosão insana no tráfego de carros e tornou frustrante dirigir para qualquer lugar.
Quando fiz um documentário no norte da China, focado em mostrar as aventuras positivas que a China tinha para oferecer, fomos revistados e detidos pela equipe da SWAT deles e pelo Exército Popular de Libertação, aparentemente porque eles não queriam que mostrássemos imagens de camelos.
Nós fomos assediados e intimidados em algumas cidades e nem pudemos nos hospedar em alguns hotéis. Percebemos rapidamente que a atmosfera em relação aos estrangeiros havia mudado pela primeira vez.
Eu fui abordado quase semanalmente por moradores que estavam lendo muitas notícias sobre como os problemas da China são agora culpa dos estrangeiros: "vocês estão roubando nossas mulheres chinesas", "vai para casa estrangeiro", "eu não gosto de americanos". Membros da família que antes gostavam de mim começaram a me culpar por decisões políticas no exterior que consideravam má influência ocidental. A minha fluência em chinês passou de um trunfo importante para uma triste constatação de que as opiniões das pessoas sobre o mundo exterior estavam azedando.
Os estrangeiros estão agora encurralados em um sistema de classe A, B ou C determinado por padrões arbitrários e que ditam o que podemos ou não fazer pelo crédito social. Está sendo implementado um sistema que monitora sua atividade, o que você faz ou diz sobre o governo e praticamente todas as suas ações.
Faixas elogiando a liderança atual assim como toneladas de insígnias comunistas começaram a aparecer em todos os cantos do país. Agora podem ser encontradas câmeras em todos os semáforos e esquinas.
Com todos esses novos regulamentos, o cerco apertando, o aumento da xenofobia - até o crescimento parece estar mudando - transformaram-se de um inconveniente tolerável para um pesadelo burocrático confuso.
Você vê que a China sempre prosperou quando grandes áreas da vida não eram controladas. O capitalismo cobrou seu preço de muitas maneiras, mas a vida estava melhorando e eu até me sentia mais livre do que no Ocidente em muitos aspectos (embora não no político ou na liberdade de expressão).
Agora as igrejas estão sendo desmanteladas. Milhões de minorias étnicas estão sendo colocadas em campos de concentração e informadas de que precisam ser reeducadas. Famílias sendo separadas e destruídas. Opiniões estrangeiras de entretenimento foram bloqueadas. e/ou esmagadas. Oprimem até sociedades livres como você vê em Hong Kong, com militarismo ostensivo, ameaças de prisão e muita propaganda governamental enganosa.
Os projetos governamentais como a iniciativa "Belt and Road" criaram uma população que não se atreve a falar e desiste da pouca liberdade de dizer o que queriam e que eles tinham no início.
A China se tornou efetivamente um estado policial distópico. As pessoas que eu conheci e que estavam ascendendo socialmente foram profundamente afetadas quando regime de partido único se apegou ao status quo quando o castelo de cartas começou a ruir com a desaceleração econômica e outras mudanças no mundo ao redor.
A abertura para o diálogo com outras pessoas de outros países foi efetivamente encerrada. Eles criaram um exército de trolls na Internet para exercer influência e tentar provar ao mundo que não apenas somos nós contra eles, mas que sistema deles é o melhor.
Também sinto um pouco de culpa porque nos últimos 10 anos eu mudei, e talvez agora tenha me tornado mais amargo. Mas quando olho para a minha experiência, as pessoas que eu conheci e amei, as coisas ao redor, o lugar em que comprei uma casa e fundei uma família e vendo que tudo ao redor está mudando para pior, tudo ao redor está sendo cercado e apertado, e a liberdade de expressão e idéias das pessoas que uma vez floresceram nos primeiros anos em que me mudei para a China agora têm sido esmagados, percebo que nos últimos 10 anos eu comecei a entender realmente como as coisas estão funcionando e não apenas como as coisas estão potencialmente indo.
Hoje a idéia de eu voltar para casa na minha pequena cidade natal é o que mais faz sentido e me faz sentir muito bem.
http://www.youtube.com/laowhy86
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Mantenha-se informado 07/04

📰 JRMUNEWS 🗞 Ano 2 – Nº 415 🗺 Notícias do Brasil e do Mundo 🗓 Terça-Feira, 7 de abril de 2020 ⏳ 98º dia do ano no calendário gregoriano 🌕 Lua Cheia 100% visível
💭 Frase do dia: "O que dá o verdadeiro sentido ao encontro é a busca, e é preciso andar muito para se alcançar o que está perto." - José Saramago
Hoje é dia... 🔹 do Combate ao Bullying 🔹 do Corretor 🔹 do Jornalista 🔹 do Médico Legista 🔹 da Saúde 🎂 Aniversário do Clube NÁUTICO Capibaribe de Recife-PE
😇 Santo do dia: 🔹 São João Batista de La Salle
🎂 Municípios aniversariantes: Fonte: IBGE • Araci-BA • Araçoiaba da Serra-SP • Ascurra-SC • Dores do Rio Preto-ES • Galvão-SC • Ipumirim-SC • Jeriquara-SP • José de Freitas-PI • Óleo-SP • Ouro-SC • Palmeira-PR • Pariconha-AL • Patrocínio-MG • Ribeirão Corrente-SP • Rio Doce-MG • São Domingos-SC • Torrinha-SP
🇧🇷 BRASIL 🇧🇷 ✍ Embaixada da China diz que fala de Weintraub foi 'racista' e cobra retratação; Ministro diz que pede desculpas se China fornecer respiradores ✍ Mandetta balança, mas por enquanto fica no governo, mas possibilidade de exoneração do ministro da Saúde, no entanto, continua forte ✍ Ministério da Saúde muda estratégia e propõe reduzir isolamento em estados e cidades com 50% da capacidade dos leitos vagos ✍ Ministério da Educação autoriza antecipar formatura de alunos da área de saúde ✍ Governo edita MP com medidas de segurança para setor portuário ✒ Em semana curta, Congresso foca votações em matérias sobre covid-19 ✒ Bolsonaro pode ser responsabilizado se ações contrariarem a OMS, diz Maia ⚖ TSE vai decidir se Partido Novo pode destinar fundo partidário para covid-19; Caso a medida seja autorizada, outros partidos que tiverem interesse em destinar recursos para a Saúde também poderão fazer as transferências ⚖ Ministro Toffoli do STF se declara contrário à punição de pessoas por furar isolamento ⚖ STF não validará ações do governo que contrariam OMS, diz Gilmar Mendes ⚖ PGR denuncia Paulinho da Força por suposta propina de R$ 1,8 mi ⚖ Ministro Barroso dá prazo até junho para definir eleição e se diz contra adiá-la 📌 Enem: começa prazo para solicitação de isenção de taxa 📌 Total de repatriados chega a 11,5 mil, aponta balanço do governo 📌 Eduardo Bolsonaro diz que isolamento não dura até o fim de abril 📍 Prefeitura de SP interdita 46 comércios por descumprirem quarentena 📍 Doria estende quarentena até dia 22 e usará PM contra aglomerações 📍 Horário para comércio e indústria no Rio muda a partir de hoje 📍 Surfistas são detidos no Rio após entrarem no mar 📍 Drone filma praça lotada durante fim de semana em SP 📍 Witzel estuda flexibilizar quarentena em alguns municípios do Rio 📍 Prefeito Crivella exonera 11 pessoas da pasta da Cultura no Rio 🚒 5 corpos são achados em navio que naufragou no Amapá há quase 40 dias 🚓 Guarda municipal é preso acusado de matar adolescente em Campinas-SP 🚓 Cadeirante morde e arranca parte da orelha de PM em abordagem no DF 🚓 Quadrilha saqueia loja e polícia consegue recuperar material furtado em casa de Cruzeiro do Sul-AC 🚓 Mulher morre após ser atacada com golpes de facão na presença das filhas em Tenente Portela-RS
🌎 INTERNACIONAL 🌍 🇦🇷 Argentina adia pagamento de dívida, e agência de risco rebaixa nota do país 🇨🇳 Cidade chinesa de Baicheng é 'engolida' por tempestade de areia 🇺🇸 Incêndio atinge aeroporto e destrói 3.500 carros de aluguel nos EUA 🇺🇸 Corpo de neta de Robert Kennedy é encontrado; Maeve Kennedy, de 40 anos, e Gideon, 8, sumiram após embarcarem em uma canoa. Equipes seguem procurando garoto, nos EUA 🇦🇺 Justiça da Austrália anula pena imposta ao cardeal Pell, acusado de abuso sexual de menores 🇬🇧 Miss Inglaterra troca a coroa pelo estetoscópio e volta a atuar como médica no combate à covid-19 🇻🇪 Venezuela decreta estado de sítio na fronteira com a Colômbia 🇺🇾 Mais de 80 passageiros de cruzeiro australiano ancorado no Uruguai têm coronavírus 🇪🇨 Equador decreta uso obrigatório de máscaras para conter casos de novo coronavírus 🇺🇳 Comissão de Direitos Humanos pede à ONU e OMS providências contra Bolsonaro 🇮🇱 Israel impõe quarentena durante a Páscoa 🇬🇧 Premiê britânico Boris Johnson é internado em UTI devido à covid-19
🖤 MORTES 🖤 ✝ Ângelo Machado, professor e médico, de parada cardíaca, aos 85 anos ✝ Jay Benedict, ator de Aliens e Batman, após contrair coronavírus, aos 68 anos ✝ George Ogilvie, diretor de 'Mad Max 3' e mentor de Russell Crowe, de parada cardíaca, aos 89 anos ✝ Radomir Antic, ex-técnico do Atlético de Madrid, Real Madrid e Barcelona, aos 71 anos ✝ James Drury, astro de 'O Homem de Virginia', de causas naturais, aos 85 anos ✝ Honor Blackman, a Pussy Galore de '007 Contra Goldfinger', de causas naturais, aos 94 anos ✝ Shirley Douglas, atriz e ativista, mãe de Kiefer Sutherland, aos 86 anos
🧫 CORONAVÍRUS (Covid-19) 😷 😷 Ministério da Saúde informa que o Brasil tem 553 mortes e 12 mil casos confirmados; São Paulo segue como epicentro da pandemia com mais da metade dos óbitos de todo o país (304), Rio de Janeiro (71), Pernambuco (30), Ceará (29) e Amazonas (19) 😷 Total de mortes chega a 4.897 na Inglaterra 😷 Mortes caem pelo 4º dia na Espanha; Itália também vive esperança 😷 Exemplo para o mundo, Coreia do Sul registra apenas 50 novos casos em 1 dia 😷 EUA têm 10,3 mil mortes e um quarto dos casos no mundo 😷 China tem primeiro dia sem mortes 😷 Japão tem pior mês da pandemia com 268 novos casos por dia, em média 😷 Uso em massa das máscaras profissionais preocupa a OMS; Máscara caseira é opção e pode ser de algodão, tricoline e TNT
💰 ECONOMIA 💲 💰 Ibovespa sobe 6,5% após chegar a saltar 8% antes de rumor da demissão de Mandetta; dólar cai a R$ 5,29 💰 3M diz que ainda não sabe se ordem de Trump para interromper exportação de máscaras afetará filial no Brasil 💰 Standard & Poor's reduz perspectiva da nota do Brasil para estável 💰 Canadá e EUA encaram perdas em safras por falta de mão de obra estrangeira 💰 Telefônica, dona da Vivo, parcela fatura de inadimplentes 💰 Venda de bebidas alcoólicas cai 52% entre 15 e 31 de março 💰 Poupança tem maior entrada de recursos para março em 26 anos 💰 Clientes do Banco do Brasil podem confirmar cheques por aplicativo 💰 Vendas em supermercados sobem 15,8% em fevereiro 💰 Banco que conceder crédito a folha de pagamento recolherá menos ao BC 💲 CMN cria linha de crédito com verba de fundo constitucional 💲 ANP suspende etapa de leilão de biodiesel devido ao coronavírus 💲 CNC estima queda histórica de vendas na Páscoa 💲 Bancos processam 2 milhões de pedidos de renegociação de dívidas 💲 Produção nacional de automóveis tem queda de 21,8% em março 💲 Indicador do Ipea de formação de capital fixo cresce 1,2% em fevereiro 💲 Grupo farmacêutico EMS é multado em R$ 6,5 milhões 💲 Japão usará 20% do PIB para reagir ao coronavírus 💲 PIB da China deve ter no 1º trimestre a primeira queda em 40 anos, diz estudo 📊 Indicadores: 🏦 Ibovespa 73656 pontos 📈 💵 Dólar Canadá R$ 3,714 📉 💵 Dólar Comercial R$ 5,292 📉 💵 Dólar Turismo R$ 5,59 📉 💶 Euro R$ 5,671 📉 💷 Libra R$ 6,502 📉 💸 Bitcoin R$ 38.816,02 📈 💸 Bitcoin Cash R$ 1.359,09 📈 💸 XRP R$ 1,06 📈 🔶 Ouro (g) R$ 283,14 📈 ⚪ Prata (g) R$ 2,5690📈 💰 Poupança 0,245% a.m. 💰 Selic 3,75% a.a. 💰 CDI 3,65% a.a. 💰 IPCA a.m. fev/20 0,25% 💰 IPCA a.a. 2020 0,4605% 💰 IPCA acum. 12m 4,0049% ⛽ Petróleo Brent (barril) US$ 33.340 📈 ⛏ Minério de Ferro 62% US$ 82,38 🐂 Boi (@) R$ 201,00📈 📉 💨 Algodão (@) R$ 86,91 📉 ☕ Café (sc) R$ 582,30 📈 🌽 Milho (sc) R$ 57,83 📉 🥚 Ovos (30 dz) R$ 117,30 📈 🥜 Soja (sc) R$ 101,40 📉
🔬 CIÊNCIA, TECNOLOGIA & SAÚDE 💓 💓 Capes abre inscrição para projetos de combate a epidemias 💓 Escolas de samba do Rio ajudam na produção de capotes descartáveis para hospitais 💓 Beneficiário de plano de saúde pode fazer consulta por telemedicina 💓 Hospital temporário do Pacaembu em SP começa a receber pacientes 💓 Rede de saúde em Manaus-AM entrou em colapso, diz prefeito 🔬 Centro nacional de pesquisas de Campinas seleciona 2 remédios para coquetel contra coronavírus e começa testes in vitro 🔬 Pesquisadores do RJ começam a testar uso do plasma de curados em pacientes com Covid-19 🖱 Anvisa proíbe uso interno do app Zoom por problemas de segurança
🏆 ESPORTES 🏆 ☑ Mãe do técnico Pep Guardiola morre aos 82 anos vítima de covid-19 ☑ Goiás convoca torcida a festejar 77 anos cantando nas janelas de casa ☑ Popó põe cinturão em leilão para comprar cestas básicas ☑ CBF doa R$ 19 milhões para futebol feminino e clubes das séries C e D ☑ Fortaleza abaixa valor de mensalidade para atrair novos sócios ☑ Richarlison doa 500 cestas básicas em sua cidade natal, Nova Venécia-ES ☑ Justiça dos EUA acusa Ricardo Teixeira de vender voto para a Copa de 2022
🎭 ARTE & FAMA 🌟 🎙 Em parceria com Lady Gaga, OMS anuncia show virtual com diversos artistas 🎙 Roberta Miranda reúne Sabrina Sato, Zeca Pagodinho e mais famosos em clipe 🎙 Pabllo Vittar processa Serasa por citar briga fake com Anitta 🌟 De surpresa, comentarista João Borges da GloboNews pede demissão após 17 anos 📺 Governo libera multiprogramação na TV digital por 12 meses 📺 Globo suspende contratos de atores até o fim da pandemia 📺 Por coronavírus, 'The Walking Dead' tem final anticlimático e sem batalha 📺 Globo Bahia entra em crise e corta salários de funcionários em 25% 🎞 Bacurau brilha em 'cinemas virtuais' e arrecada milhares de dólares nos EUA 🎞 'Minha Mãe É uma Peça 3' é o filme nacional que bombou nos cinemas em 2020
🔎 #FAKENEWS: Não é verdade que Alexandre Garcia diz, em texto sobre coronavírus, quarentena e Bolsonaro, que sociedade já escolheu sacrificar almas. Fonte: Boatos..org
🛳 TURISMO ✈ 🎒 Conheça Campos do Jordão-SP: Ao longo dos anos a cidade ganhou títulos e slogans como: - A Suíça Brasileira - A Cidade dos Festivais - O Melhor Clima do Mundo, com uma natureza exuberante e um clima reconhecido internacionalmente como um dos melhores do mundo. A cidade possui excelente infraestrutura na Gastronomia, Hospedagem, Compras, Lazer e Eventos Culturais. Privilegiada por estar entre as grandes capitais de São Paulo, Rio de Janeiro e Belo Horizonte, garante a grande frequência dos turistas nacionais e internacionais, dessa forma o turismo é responsável por toda a economia do município. Na alta temporada, a cidade chega a receber mais de um milhão de turistas. Com um excelente clima de montanha, a cidade é formada por três Vilas: Abernéssia, Jaguaribe e Capivari. No ponto mais alto de Campos do Jordão, a temperatura chega a 0ºC. A cidade possui muitos programas para aquecer os turistas: comer fondue, tomar chocolate quente, reunir-se com os amigos e apreciar a paisagem alpina da Vila Capivari. O Portal de entrada para os visitantes foi feito em estilo alpino, é um dos cartões de visitas da cidade, com exposições de produtos e serviços das empresas da cidade. O sistema multimídia ali instalado fornece aos turistas, completas informações sobre a cidade. As principais atrações turísticas são: Horto Florestal, Teleférico, Museu Felícia Lerner, Gastronomia, Pedra do Baú e a Estrada de Ferro. O Pico do Itapeva é um dos pontos mais altos do Brasil. Neste local é possível avistar mais de 15 cidades do Vale do Paraíba. As folhas secas de plátano espalhadas pelas ruas e a arquitetura inspirada nos Alpes compõem, com todo o charme, o ambiente da Suíça Brasileira como também é chamada. Em julho, ocorre o Festival Internacional de Inverno, que é considerado o maior evento de música erudita da América Latina. A cidade é palco do Festival Internacional de Inverno de Campos do Jordão, um dos mais importantes festivais de música erudita do Brasil há mais de 36 anos. São realizados mais de 40 espetáculos no Auditório Cláudio Santoro e em outros pontos da cidade. Fonte: Guia do Turismo Brasil
📚 FIQUE SABENDO... ...O Brasil vai mesmo do Oiapoque ao Chuí? ⁉ Não. A expressão surgiu no século 18, quando as fronteiras ao norte do país ainda não tinham sido definitivamente delimitadas. O extremo norte do Brasil é, na verdade, o Monte Caburaí, em Roraima, a 84,5 km do Rio Oiapoque. O local foi desbravado em 1930 por uma expedição organizada pelo Marechal Cândido Rondon. Quanto ao extremo sul do país, a afirmação está correta: o município de Chuí fica na fronteira com o Uruguai. Fonte: O Guia dos Curiosos
📖 BÍBLIA: Foi para a liberdade que Cristo nos libertou. Portanto, permaneçam firmes e não se deixem submeter novamente a um jugo de escravidão. Gálatas 5:1 🙏
Que seu dia seja como a vontade de DEUS: bom, perfeito e agradável!! 🥖
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Como a China está retornando à decadência do comunismo hard core

A China é um país que polariza a opinião das pessoas, incluindo a minha. Eu serei o primeiro a corrigir algo que seja injustamente criticado no país e o primeiro a apontar visões excessivamente otimistas do futuro da China que estão completamente erradas.
Os anos dourados acabaram e eu vejo um país em que as políticas mais pesadas estão começando a romper o tecido social.
A primeira coisa que a China fez corretamente foi o crescimento e desenvolvimento. Tenho que admitir quando deixava a China para visitar minha cidade natal uma vez a cada dois anos, entre 2008 e 2012, era vergonhoso ver que não apenas nada mudou em minha cidade natal, mas as poucas empresas e atrações que estavam conseguindo se manter à tona estavam fechando.
O centro da cidade, que antes era aceitável, estava agora com um comércio reduzido. Pessoas destituídas estavam saindo em massa em busca de melhores empregos e realmente parece que a administração e as políticas econômicas falharam totalmente.
Isso se deu não apenas em pequenas cidades mas também na capital. Senti como se aquele lugar estivesse preso em algum ponto dos anos 70 em termos de tecnologia e situação dos trabalhadores. Não era nem a sujeira, mas tudo parecia velho.
Ao voar de volta à China, olhava pela janela do avião e via os magníficos edifícios brotando do chão como brotos de bambu após uma boa tempestade de chuva. Saía do avião e pegava um ônibus direto que custa apenas US $ 7 para minha pequena cidade de três milhões de pessoas em questão de minutos. O ônibus sai a cada 15 minutos, mas se eu quisesse ir mais rápido ainda, poderia pegar o trem de alta velocidade.
Sim, mesmo minha pequena cidade sem nome tinha uma linha ferroviária de alta velocidade, uma das cidades menos importantes da província!
Além disso, já em 2013 eu conseguia pagar por tudo usando o meu celular. A qualquer momento da madrugada, eu podia encomendar comida e bebida e recebia a encomenda na porta.
Podia descer as escadas a qualquer hora da noite e sentar na calçada e comer e beber à vontade, fazer amizade com os habitantes mais curiosos e gastando pouco ou nada. Por volta de $5 comprava algumas cervejas e churrascos. As conveniências na China são enormes.
Na China me sentia relaxado: as regras eram mais uma sugestão do que qualquer outra coisa. Eu obtinha minha renda em dinheiro ou era pago pelo WeChat dando aulas de inglês. Com 20 e poucos anos de idade, a propaganda boca-a-boca bastava para eu ter uma renda boa e muito tempo livre pra curtir, conhecer gente e seguir hobbies, como o motociclismo.
Isso tudo eu comparava à perspectiva de crescimento profissional lento como administrador de rede na minha terra natal e achava horrível.
Eu consegui subir financeira e socialmente e eu realmente senti que aquilo lá era meu lugar.
Casei-me. Tive meu primeiro filho e, embora as responsabilidades como pai tenham assumido o controle, eu ainda podia ir pro meu terraço à noite com meus amigos tomar uma cerveja e ver a cidade ao meu redor crescer. O desenvolvimento parecia que nunca ia parar.
Eu até me expandi e comecei a fazer vídeos em tempo integral, com a liberdade de sair em expedições de um mês e filmar documentários na TV com pouco ou nenhum regulamento para onde eu poderia ir ou o que eu podia fazer. Eu falo chinês fluentemente e finalmente consegui seguir meus sonhos, andando de moto e filmando conteúdo incrível com meus melhores amigos.
Mas as coisas mudaram.
Foi bastante drástico: as passagens de trem e ônibus que eu mencionei agora precisam de uma identificação chinesa para comprá-las - algo que eu nunca teria, pois estrangeiro não pode se tornar cidadão da China. Nem mesmo receber um green card, e isso significa depender da ajuda da minha esposa comprando qualquer coisa relacionada ao transporte.
Agora é ilegal colocar uma bandeira americana ao lado da chinesa na entrada do meu centro de treinamento de inglês, mesmo que isso simbolize cooperação.
As visitas da polícia se tornaram algo regular na minha vida e de meus amigos e familiares. O governo agora diz que estamos sendo monitorados e seguidos constantemente e que eu devo ter cuidado ao postar qualquer coisa online ou ter cuidado com quem eu estou associado. Todo o meu conteúdo online sempre foi bastante positivo mas agora sites não chineses estão bloqueados. Minha pequena janela para o mundo exterior foi fechada.
Meu negócio de motocicletas com meu melhor amigo foi fechado quando o governo decidiu que queria usar o terreno para construir mais prédios fantasmas para investidores imobiliários insaciáveis. Ninguém foi consultado para saber se isso era bom.
Houve um grande aumento de sequestros no parquinho do bairro. Tendo uma criança em casa, a idéia de que eu poderia perder minha filha para traficantes de seres humanos me faz perder o sono à noite.
Um quebra-quebra perto de um hospital levou ao assassinato de inúmeras enfermeiras. Agora é difícil frequentar os churrascos devido à violência nas ruas, geralmente por causa dos bêbados.
Agora, a polícia me ameaçou arbitrariamente com prisão por eu ter pilotado um drone por cima do prédio onde moro. Eles disseram que havia uma base militar que era visível nas filmagens, só que outras filmagens do mesmo local foram postadas nos sites de vídeo chineses por chineses sem nenhuma aplicação arbitrária da lei.
Quando líderes aleatórios do governo chegam à cidade, vendedores de rua são enxotados e todos os seus os bens confiscados. Todas as opções que tenho para restaurantes em minha rua fecharam e reabriram com alimentos de qualidade cada vez pior.
Tenho ficado mais doente do que antes com a crescente prevalência de óleo de procedência duvidosa sendo usado na culinária e na cozinha. Álcool falso é vendido até em grandes redes de supermercados. Não dá mais para comer ou beber qualquer coisa fora.
Os prédios que gostava de ver começaram a mostrar sinais de abandono e aqueles "brotos de bambu" brotando em volta de mim a um ritmo alucinante acabaram se transformando em estruturas ocas e apartamentos vazios, alguns deles quase desabando após três anos.
Devido aos conselhos de minha família e amigos chineses, comprei meu próprio apartamento para minha família, mas o elevador desabou duas vezes neste edifício novinho - tinha literalmente acabado de ser construído. Rachaduras maciças se formaram nos pisos e nas paredes.
A China também decidiu banir aleatoriamente as motocicletas. Todos os dias eu planejava uma rota calculada para evitar barricadas policiais, onde eles pegavam suas chaves e tomavam sua motocleta indiscriminadamente. Isso causou uma explosão insana no tráfego de carros e tornou frustrante dirigir para qualquer lugar.
Quando fiz um documentário no norte da China, focado em mostrar as aventuras positivas que a China tinha para oferecer, fomos revistados e detidos pela equipe da SWAT deles e pelo Exército Popular de Libertação, aparentemente porque eles não queriam que mostrássemos imagens de camelos.
Nós fomos assediados e intimidados em algumas cidades e nem pudemos nos hospedar em alguns hotéis. Percebemos rapidamente que a atmosfera em relação aos estrangeiros havia mudado pela primeira vez.
Eu fui abordado quase semanalmente por moradores que estavam lendo muitas notícias sobre como os problemas da China são agora culpa dos estrangeiros: "vocês estão roubando nossas mulheres chinesas", "vai para casa estrangeiro", "eu não gosto de americanos". Membros da família que antes gostavam de mim começaram a me culpar por decisões políticas no exterior que consideravam má influência ocidental. A minha fluência em chinês passou de um trunfo importante para uma triste constatação de que as opiniões das pessoas sobre o mundo exterior estavam azedando.
Os estrangeiros estão agora encurralados em um sistema de classe A, B ou C determinado por padrões arbitrários e que ditam o que podemos ou não fazer pelo crédito social. Está sendo implementado um sistema que monitora sua atividade, o que você faz ou diz sobre o governo e praticamente todas as suas ações.
Faixas elogiando a liderança atual assim como toneladas de insígnias comunistas começaram a aparecer em todos os cantos do país. Agora podem ser encontradas câmeras em todos os semáforos e esquinas.
Com todos esses novos regulamentos, o cerco apertando, o aumento da xenofobia - até o crescimento parece estar mudando - transformaram-se de um inconveniente tolerável para um pesadelo burocrático confuso.
Você vê que a China sempre prosperou quando grandes áreas da vida não eram controladas. O capitalismo cobrou seu preço de muitas maneiras, mas a vida estava melhorando e eu até me sentia mais livre do que no Ocidente em muitos aspectos (embora não no político ou na liberdade de expressão).
Agora as igrejas estão sendo desmanteladas. Milhões de minorias étnicas estão sendo colocadas em campos de concentração e informadas de que precisam ser reeducadas. Famílias sendo separadas e destruídas.Opiniões estrangeiras de entretenimento foram bloqueadas. e/ou esmagadas. Oprimem até sociedades livres como você vê em Hong Kong, com militarismo ostensivo, ameaças de prisão e muita propaganda governamental enganosa.
Os projetos governamentais como a iniciativa "Belt and Road" criaram uma população que não se atreve a falar e desiste da pouca liberdade de dizer o que queriam e que eles tinham no início.
A China se tornou efetivamente um estado policial distópico. As pessoas que eu conheci e que estavam ascendendo socialmente foram profundamente afetadas quando regime de partido único se apegou ao status quo quando o castelo de cartas começou a ruir com a desaceleração econômica e outras mudanças no mundo ao redor.
A abertura para o diálogo com outras pessoas de outros países foi efetivamente encerrada. Eles criaram um exército de trolls na Internet para exercer influência e tentar provar ao mundo que não apenas somos nós contra eles, mas que sistema deles é o melhor.
Também sinto um pouco de culpa porque nos últimos 10 anos eu mudei, e talvez agora tenha me tornado mais amargo. Mas quando olho para a minha experiência, as pessoas que eu conheci e amei, as coisas ao redor, o lugar em que comprei uma casa e fundei uma família e vendo que tudo ao redor está mudando para pior, tudo ao redor está sendo cercado e apertado, e a liberdade de expressão e idéias das pessoas que uma vez floresceram nos primeiros anos em que me mudei para a China agora têm sido esmagados, percebo que nos últimos 10 anos eu comecei a entender realmente como as coisas estão funcionando e não apenas como as coisas estão potencialmente indo.
Hoje a idéia de eu voltar para casa na minha pequena cidade natal é o que mais faz sentido e me faz sentir muito bem.
http://www.youtube.com/laowhy86
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Comerciante, você já se fez essas perguntas?

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Copywriting para Afiliados e Tudo sobre Copywriting e escrita persuasiva.

Você sabe o que é uma High Income Skill?

Esse nome ainda é pouco utilizado no Brasil, afinal somos um país com uma cultura empreendedora muito pequena, muito em estágio inicial.
Mas até o final deste artigo, quero te ensinar uma “High Income Skill” e te mostrar como você pode ganhar muito dinheiro com isso!
Em lugares com a cultura empreendedora um pouco mais enraizada, esse nome “High Income Skill” é bem mais comum, e inclusive é algo que os empreendedores perseguem.
Traduzindo literalmente para o português, este nome significa: “Habilidade de alta renda”.
Mas o que seria uma “Habilidade de alta renda”?
Nada mais é do que uma habilidade que por si só já vale muito dinheiro, uma habilidade capaz de gerar altas rendas sem a necessidade de investimentos.
É quase como ter o toque de Midas, onde tudo que você encosta vira ouro.
Vamos pegar como exemplo o Neymar, acredito que você conheça o Neymar!
Ele tem uma habilidade de alta renda, afinal jogar futebol vem garantindo um salário milionário para ele ao longo dos últimos anos!
Mas quero te fazer entender um pouco melhor essas habilidades de alta renda…
Estamos no século 21, na era da informação, na era do capital intelectual e isso significa que o que está em sua mente, em sua cabeça, vale muito mais do que o que você tem no banco!
Hoje uma habilidade de alta renda é algo que vale muito mais do que ter uma empresa de comércio tradicional, afinal para ter uma empresa você precisa de estoque, de um ponto físico, precisa de funcionários, precisa de alvará e ainda precisa investir em marketing pra atrair seus clientes.
Muitas empresas fecham meses no vermelho, perdem produtos em seus estoques por não venderem até o prazo de validade, sofrem assaltos, atentados, estão sujeitas a incêndios, ou seja, existe todo um risco em relação a tudo que é físico, tangível.
Mas a sua habilidade de alta renda é algo que está dentro de você, é interno!
Não pode ser roubada, não pode ser pirateada, ela te acompanha para todo o sempre.
E vou te dar exemplos…
Você já deve ter ouvido falar do Tony Robbins, ele é um empreendedor, autor de livros Best sellers, que tem uma habilidade de alta renda!
Ele sabe motivar pessoas, sabe criar estratégias de negócios, e hoje em dia para contratar uma palestra de Tony Robbins, seria necessário desembolsar aproximadamente 200 mil dólares.
Ou seja, ele tem uma habilidade tão grande, um conhecimento tão grande, que para um grupo de pessoas apenas ouvir esse conhecimento, é necessário pagar 200 mil dólares.
Imagina se Tony fizer 10 palestras em 1 mês, algo simples, sobraria outros 20 dias para passar com a família e sua renda no final do mês somaria 2 milhões de DÓLARES.
Acho que dá pra pagar o cafézinho não é mesmo?
Mas segundo algumas pesquisas e alguns posts do Medium, a habilidade principal que encabeça a lista de “High Income Skills” é o Copywriting.
E por que o Copywriting?
Simplesmente porque é muito fácil fazer dinheiro com essa habilidade, e vou te explicar como…
Copywriting é a arte da escrita persuasiva, ou seja, você pode fazer textos que convençam pessoas a executarem atividades que te tragam lucros.
Por exemplo, quando um copywriter precisa de dinheiro, o que ele faz?
Escreve um e-mail!
Atualmente tem uma infinidade de sites na internet que pagam comissão por vendas executadas, ou seja, se você tem a habilidade de convencer, de persuadir, você pode pegar qualquer um desses produtos e anunciá-lo de maneira persuasiva em uma lista de e-mails, em um post do Facebook, em um story do Instagram, em algum vídeo do Youtube e fazer muito dinheiro com as vendas!
Um bom exemplo de como a habilidade de copywriting pode mudar sua vida é o exemplo da Bettina, a milionária da Empiricus que ficou famosa.
Ela enviou um e-mail para a Empiricus utilizando as suas habilidades de copywriting, neste e-mail ela pedia um emprego. Você deve já deve imaginar que o e-mail deu certo!
Eu mesmo já arrumei empregos para alguns amigos criando e-mails persuasivos pra eles!
Um desses meus amigos a quem eu ajudei com um e-mail de emprego, hoje está trabalhando em uma multinacional na Alemanha e recebendo em Euro!
Mas claro que a habilidade de Copy não serve apenas para arrumar empregos.
Olhe para Dan Lok, o chinês naturalizado americano, dono de um dos maiores canais do Youtube sobre vendas, com mais de 1,6 milhões de inscritos.
Ele ficou famoso pela sua habilidade em vender produtos de ALTÍSSIMO VALOR, hoje em dia é conhecido como “The King of High-Ticket Sales” (O Rei das vendas de ticket alto).
Fez bilhões de dólares em vendas simplesmente escrevendo e-mails!
Ele encontrou produtos de valor extremamente alto que estavam a venda e pagavam comissões de 15, 20% para afiliados.
Comissão bem menor do que a Hotmart paga hoje!
Começou a divulgar esses produtos com uma escrita persuasiva e logo logo o filho de pobres imigrantes chineses estava andando de Bentley e jatinho particular.
Percebe que essa habilidade não requisita nada de você?
Não é necessário dinheiro, não é necessário conhecer pessoas famosas, não é necessário indicações, você pode simplesmente criar dinheiro do absoluto zero, escrevendo textos e transformando-os em lucro!
Talvez você tenha chegado até aqui com um certo ceticismo em relação a tudo que eu disse, afinal, como um simples texto pode convencer o leitor a comprar qualquer coisa? Ainda mais um produto extremamente caro? Ou como um texto pode fazer um empregador te contratar?
Bem, mesmo que você não acredite no poder do Copywriting, acho que você acredita no poder da hipnose, afinal você já deve ter visto inúmeros shows e apresentações onde o hipnólogo usa sua voz para de alguma forma controlar a mente de alguém.
Então logo após a sessão de hipnose, muitas pessoas conseguem por exemplo, curar traumas, curar ansiedade, medos, e muitas vezes a hipnose é utilizada até mesmo como diversão, você já deve ter visto o hipnólogo fazer uma pessoa ficar paralisada, sem fala, adormecer.
Pense comigo, se o poder das palavras faladas consegue entrar no subconsciente de uma pessoa e hipnotizá-la, por que com um texto utilizando as mesmas palavras seria diferente?
Toda informação que entra no cérebro, vai para a mesma área de processamento, ou seja, se você criar um texto que tenha os mesmos elementos persuasivos de uma hipnose, você estaria praticamente hipnotizando via texto!
E é exatamente por isso que o Copywriting é considerado a maior entre todas as “high income skills”, afinal hoje ou amanhã pode cair um e-mail em SUA caixa de entrada, com uma oferta tão irresistível, tão indescritível, tão cheia de copywriting, que você pode não resistir e comprar o produto.
Se você chegou até aqui, deve estar pensando: “poxa, meu sonho ter nascido com essa habilidade, eu já estaria rico a muito tempo”.
Mas deixa eu te contar um segredo!
Ninguém nasceu com essa habilidade, até mesmo o criador do copywriting, Edward Bernays, precisou utilizar estudos de seu tio Sigmund Freud e junto a uma equipe, adaptar esses estudos para publicidade e propaganda.
Bem, se essa não é uma habilidade nata, que nasce junto com a pessoa, significa que ela pode ser aprendida, ou seja, está disponível pra mim e pra você!
Caso você tenha se encantado com as possibilidades do Copywriting e deseja aprender um pouco mais sobre como um texto pode impulsionar o seu negócio.
Preparei um vídeo especialmente pra você,clique aqui agora mesmo e assista!
Só quero fazer uma pequena observação.
Grandes poderes exigem grandes responsabilidades, se você clicar aqui e assistir o vídeo, saiba que sua vida pode realmente transformar, você será obrigado a sair da zona de conforto, será expulso dela.
Se você não estiver preparado, é melhor não clicar!
A partir do clique, você poderá começar a ser chamado para viagens, eventos, reuniões, não terá mais tempo para suas séries no Netflix, sua vida será trabalho.
Digo isso porque aconteceu comigo! Eu não consigo mais assistir série, sair todo dia pra passear, porque apesar de ganhar MUITO dinheiro, a todo momento tem trabalho!
Então prefiro te alertar antes, porque tudo na vida tem um lado bom e um lado ruim.
Se você não se importa com o lado ruim,clique aqui agora mesmo e confira o vídeo!
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Discurso de posse do Presidente Jair Bolsonaro

Excelentíssimo presidente do Congresso Nacional, senador Eunício Oliveira,
Senhoras e senhores chefes de Estado, chefes de Governo, vice-chefes de Estado e vice-chefes de Governo, que me honram com suas presenças.
Vice-presidente da República Federativa do Brasil, Hamilton Mourão, meu contemporâneo de Academia Militar de Agulhas Negras,
Presidente da Câmara dos Deputados, prezado amigo e companheiro, deputado Rodrigo Maia,
Ex-presidentes da República Federativa do Brasil, senhor José Sarney, senhor Fernando Collor de Mello,
Presidente do Supremo Tribunal Federal, ministro Dias Toffoli,
Senhoras e senhores ministros de Estado e comandantes das Forças aqui presentes,
Procuradora-Geral da República, Raquel Dodge,
Senhoras e senhores governadores,
Senhoras e senhores senadores e deputados federais,
Senhoras e senhores chefes de missões estrangeiras acreditados junto ao governo brasileiro,
Minha querida esposa Michelle, da aqui vizinha Ceilândia,
Meus filhos e familiares aqui presentes – a conheci aqui na Câmara.
Brasileiros e brasileiras. Primeiro, quero agradecer a Deus por estar vivo. Que, pelas mãos de profissionais da Santa Casa de Juiz de Fora, operou um verdadeiro milagre. Obrigado, meu Deus!
Com humildade, volto a esta Casa, onde, por 28 anos, me empenhei em servir à nação brasileira, travei grandes embates e acumulei experiências e aprendizados que me deram a oportunidade de crescer e amadurecer.
Volto a esta Casa, não mais como deputado, mas como Presidente da República Federativa do Brasil, mandato a mim confiado pela vontade soberana do povo brasileiro.
Hoje, aqui estou, fortalecido, emocionado e profundamente agradecido a Deus, pela minha vida, e aos brasileiros, que confiaram a mim a honrosa missão de governar o Brasil, neste período de grandes desafios e, ao mesmo tempo, de enorme esperança. Governar com vocês.
Aproveito este momento solene e convoco cada um dos Congressistas para me ajudarem na missão de restaurar e de reerguer nossa Pátria, libertando-a, definitivamente, do jugo da corrupção, da criminalidade, da irresponsabilidade econômica e da submissão ideológica.
Temos, diante de nós, uma oportunidade única de reconstruir o nosso País e de resgatar a esperança dos nossos compatriotas.
Estou certo de que enfrentaremos enormes desafios, mas, se tivermos a sabedoria de ouvir a voz do povo, alcançaremos êxito em nossos objetivos, e, pelo exemplo e pelo trabalho, levaremos as futuras gerações a nos seguir nesta tarefa gloriosa.
Vamos unir o povo, valorizar a família, respeitar as religiões e nossa tradição judaico-cristã, combater a ideologia de gênero, conservando nossos valores. O Brasil voltará a ser um País livre das amarras ideológicas.
Pretendo partilhar o poder, de forma progressiva, responsável e consciente, de Brasília para o Brasil; do Poder Central para Estados e Municípios.
Minha campanha eleitoral atendeu ao chamado das ruas e forjou o compromisso de colocar o Brasil acima de tudo e Deus acima de todos.
Por isso, quando os inimigos da Pátria, da ordem e da liberdade tentaram pôr fim à minha vida, milhões de brasileiros foram às ruas. Uma campanha eleitoral transformou-se em um movimento cívico, cobriu-se de verde e amarelo, tornou-se espontâneo, forte e indestrutível, e nos trouxe até aqui.
Nada aconteceria sem o esforço e o engajamento de cada um dos brasileiros que tomaram as ruas para preservar nossa liberdade e democracia.
Reafirmo meu compromisso de construir uma sociedade sem discriminação ou divisão.
Daqui em diante, nos pautaremos pela vontade soberana daqueles brasileiros: que querem boas escolas, capazes de preparar seus filhos para o mercado de trabalho e não para a militância política; que sonham com a liberdade de ir e vir, sem serem vitimados pelo crime; que desejam conquistar, pelo mérito, bons empregos e sustentar com dignidade suas famílias; que exigem saúde, educação, infraestrutura e saneamento básico, em respeito aos direitos e garantias fundamentais da nossa Constituição.
O Pavilhão Nacional nos remete à “Ordem e ao Progresso”.
Nenhuma sociedade se desenvolve sem respeitar esses preceitos.
O cidadão de bem merece dispor de meios para se defender, respeitando o referendo de 2005, quando optou, nas urnas, pelo direito à legítima defesa.
Vamos honrar e valorizar aqueles que sacrificam suas vidas em nome de nossa segurança e da segurança dos nossos familiares.
Contamos com o apoio do Congresso Nacional para dar o respaldo jurídico para os policiais realizarem seu trabalho.
Eles merecem e devem ser respeitados!
Nossas Forças Armadas terão as condições necessárias para cumprir sua missão constitucional de defesa da soberania, do território nacional e das instituições democráticas, mantendo suas capacidades dissuasórias para resguardar nossa soberania e proteger nossas fronteiras.
Montamos nossa equipe de forma técnica, sem o tradicional viés político que tornou o Estado ineficiente e corrupto.
Vamos valorizar o Parlamento, resgatando a legitimidade e a credibilidade do Congresso Nacional.
Na economia traremos a marca da confiança, do interesse nacional, do livre mercado e da eficiência.
Confiança no cumprimento de que o governo não gastará mais do que arrecada e na garantia de que as regras, os contratos e as propriedades serão respeitados.
Realizaremos reformas estruturantes, que serão essenciais para a saúde financeira e sustentabilidade das contas públicas, transformando o cenário econômico e abrindo novas oportunidades.
Precisamos criar um ciclo virtuoso para a economia que traga a confiança necessária para permitir abrir nossos mercados para o comércio internacional, estimulando a competição, a produtividade e a eficácia, sem o viés ideológico.
Nesse processo de recuperação do crescimento, o setor agropecuário seguirá desempenhando um papel decisivo, em perfeita harmonia com a preservação do meio ambiente.
Dessa forma, todo setor produtivo terá um aumento da eficiência, com menos regulamentação e burocracia.
Esses desafios só serão resolvidos mediante um verdadeiro pacto nacional entre a sociedade e os Poderes Executivo, Legislativo e Judiciário, na busca de novos caminhos para um novo Brasil.
Uma de minhas prioridades é proteger e revigorar a democracia brasileira, trabalhando arduamente para que ela deixe de ser apenas uma promessa formal e distante e passe a ser um componente substancial e tangível da vida política brasileira, com o respeito ao Estado Democrático.
A construção de uma nação mais justa e desenvolvida requer a ruptura com práticas que se mostram nefastas para todos nós, maculando a classe política e atrasando o progresso.
A irresponsabilidade nos conduziu à maior crise ética, moral e econômica de nossa história.
Hoje começamos um trabalho árduo para que o Brasil inicie um novo capítulo de sua história.
Um capítulo no qual o Brasil será visto como um país forte, pujante, confiante e ousado.
A política externa retomará o seu papel na defesa da soberania, na construção da grandeza e no fomento ao desenvolvimento do Brasil.
Senhoras e senhores Congressistas,
Deixo esta casa, rumo ao Palácio do Planalto, com a missão de representar o povo brasileiro.
Com a benção de Deus, o apoio da minha família e a força do povo brasileiro, trabalharei incansavelmente para que o Brasil se encontre com o seu destino e se torne a grande nação que todos queremos.
Muito obrigado a todos vocês.
Brasil acima de tudo!
Deus acima de todos!
Copiado descaradamente da pagina da folha.
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